O Conselheiro do CNJ, Wellington Cabral Saraiva, participou nesta sexta-feira (05) de uma audiência no Tribunal de Justiça para discutir a situação do sistema prisional do Estado. A audiência contou ainda com a presença de desembargadores, juízes, OAB, o Corregedor-Geral de Justiça, Paes Landim, entre outras autoridades.
O Conselheiro abriu a audiência informando que o sistema prisional do Estado tem deficiências e informou quais os objetivos e finalidades da mesma. “O sistema tem grandes deficiência administrativas, contando com a falta de pessoal, isso é um problema claro. O que buscamos aqui é ampliar o diálogo com o Tribunal de Justiça, com os magistrados, com o Ministério Público, com a OAB e com quem mais quiser contribuir na busca de melhorias para o sistema”, afirmou.
“A finalidade aqui não é ficar falando mal do Poder Judiciário do Estado e sim levantar dados objetivos para tentar contribuir de forma tranquila e objetiva com o Judiciário do Piauí. Colher elementos para que eu possa ficar a par da real situação e levar para o CNJ com o intuito de buscar melhorias, e em um segundo momento apresentar as mudanças e possibilidades para melhorar o sistema”, afirmou Wellington Cabral.
O Corregedor-Geral de Justiça, Paes Landim, afirmou que a situação do sistema prisional é grave e que existem problemas básicos como a falta de um registro geral de presos. “Estamos apresentando medidas que a Corregedoria irá realizar para melhorar o sistema, entre elas a fiscalização com periodicidade, relatórios e um pessoal treinado para isso, e essa é uma das deficiências da Corregedoria, pois não temos um pessoal treinado para isso. Outro projeto da Corregedoria é o cadastro eletrônico de todos os presos, pois não temos um registro geral e isso dificulta e causa vários problemas ao sistema”, afirmou o Corregedor.
O Corregedor finalizou afirmando que essas são apenas pequenas melhorias propostas pela Corregedoria, dentre várias outras. A presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, Eulália Pinheiro, também esteve presente, além de juízes que também fizeram as suas considerações sobre o tema.
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Imagem: Juliana Barros/GP1
Wellington Cabral Saraiva
Wellington Cabral SaraivaO Conselheiro abriu a audiência informando que o sistema prisional do Estado tem deficiências e informou quais os objetivos e finalidades da mesma. “O sistema tem grandes deficiência administrativas, contando com a falta de pessoal, isso é um problema claro. O que buscamos aqui é ampliar o diálogo com o Tribunal de Justiça, com os magistrados, com o Ministério Público, com a OAB e com quem mais quiser contribuir na busca de melhorias para o sistema”, afirmou.
Imagem: Juliana Barros/GP1
Audiência no Tribunal de Justiça.
Audiência no Tribunal de Justiça.“A finalidade aqui não é ficar falando mal do Poder Judiciário do Estado e sim levantar dados objetivos para tentar contribuir de forma tranquila e objetiva com o Judiciário do Piauí. Colher elementos para que eu possa ficar a par da real situação e levar para o CNJ com o intuito de buscar melhorias, e em um segundo momento apresentar as mudanças e possibilidades para melhorar o sistema”, afirmou Wellington Cabral.
O Corregedor-Geral de Justiça, Paes Landim, afirmou que a situação do sistema prisional é grave e que existem problemas básicos como a falta de um registro geral de presos. “Estamos apresentando medidas que a Corregedoria irá realizar para melhorar o sistema, entre elas a fiscalização com periodicidade, relatórios e um pessoal treinado para isso, e essa é uma das deficiências da Corregedoria, pois não temos um pessoal treinado para isso. Outro projeto da Corregedoria é o cadastro eletrônico de todos os presos, pois não temos um registro geral e isso dificulta e causa vários problemas ao sistema”, afirmou o Corregedor.
Imagem: Juliana Barros/GP1
Corregedor-Geral de Justiça, Paes Landim.
Corregedor-Geral de Justiça, Paes Landim.O Corregedor finalizou afirmando que essas são apenas pequenas melhorias propostas pela Corregedoria, dentre várias outras. A presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, Eulália Pinheiro, também esteve presente, além de juízes que também fizeram as suas considerações sobre o tema.
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