O diretor do Hospital de Urgências de Teresina (HUT), Gilberto Albuquerque, comentou em entrevista ao Programa Conversa Franca da Tv antena 10 na noite desta sexta-feira (05), a contratação de terceirizados para atender setores do centro de traumas da capital.
“Ontem, quinta-feira (04), o hospital ficou com a ausência de técnicos em radiologia e exame raio-x é um serviço essencial para os pacientes, com isso procuramos alternativas, uma delas foi procurar no mercado profissionais da área”, disse.
Albuquerque esclarece apenas 30% dos técnicos em radiologia estavam trabalhando durante a greve da categoria. “A lei fala que a porcentagem vai de acordo com a necessidade do setor, eles deixaram inicialmente 30%, ou seja, apenas um técnico por turno, pois ficam quatro a cada turno, e desde ontem mais nenhum apareceu”, falou.
O diretor do HUT conta que a assessoria jurídica do hospital foi acionada para tomar as devidas providências. “Tomaremos as medidas necessárias porque se existia um serviço e alguém deixou de fazer, essa pessoa vai responder administrativamente e se causou algum constrangimento, se algum paciente sentiu dor, o técnico pode ser punido juridicamente”, esclarece.
Sobre o fato de a greve ter caráter político, Gilberto Albuquerque foi ponderado. “É uma análise difícil para enquanto técnico, mas se uma categoria faz greve no primeiro dia de mandato é no mínimo inapropriado”, considerou.
Albuquerque nega também denúncia de suposto vazamento de irradiação no HUT. “Se eu que sou diretor do hospital, com certeza não ficaria lá dentro se realmente existisse esse vazamento”, concluiu. A principal reivindicação dos servidores do hospital é de ordem salarial, ainda de acordo com o diretor.
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“Ontem, quinta-feira (04), o hospital ficou com a ausência de técnicos em radiologia e exame raio-x é um serviço essencial para os pacientes, com isso procuramos alternativas, uma delas foi procurar no mercado profissionais da área”, disse.
Albuquerque esclarece apenas 30% dos técnicos em radiologia estavam trabalhando durante a greve da categoria. “A lei fala que a porcentagem vai de acordo com a necessidade do setor, eles deixaram inicialmente 30%, ou seja, apenas um técnico por turno, pois ficam quatro a cada turno, e desde ontem mais nenhum apareceu”, falou.
O diretor do HUT conta que a assessoria jurídica do hospital foi acionada para tomar as devidas providências. “Tomaremos as medidas necessárias porque se existia um serviço e alguém deixou de fazer, essa pessoa vai responder administrativamente e se causou algum constrangimento, se algum paciente sentiu dor, o técnico pode ser punido juridicamente”, esclarece.
Sobre o fato de a greve ter caráter político, Gilberto Albuquerque foi ponderado. “É uma análise difícil para enquanto técnico, mas se uma categoria faz greve no primeiro dia de mandato é no mínimo inapropriado”, considerou.
Albuquerque nega também denúncia de suposto vazamento de irradiação no HUT. “Se eu que sou diretor do hospital, com certeza não ficaria lá dentro se realmente existisse esse vazamento”, concluiu. A principal reivindicação dos servidores do hospital é de ordem salarial, ainda de acordo com o diretor.
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