A Justiça Estadual do Piauí homologou, na última quinta-feira (20), acordo no qual os caminhoneiros parados na Unidade Armazenadora da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em Picos se comprometem a começar o descarregamento das carretas às 8h desta sexta-feira (21). Ficou estabelecido, ainda, que sejam descarregados 3 caminhões por dia, pela ordem da fila. Com isso, as vendas de milho aos pequenos agricultores devem ser retomadas na próxima terça-feira (25).
A empresa Giro Distribuidora de Alimentos – vencedora de leilão realizado pela Conab para compra de milho com entrega simultânea e responsável pela contratação da transportadora para a remoção de quatro mil toneladas de milho ensacado do Centro-Oeste para o Piauí – se comprometeu a pagar aos motoristas a quantia correspondente ao frete após o desembarque de cada caminhão.
Os carreteiros estavam parados há 17 dias, exigindo o pagamento de diárias extras. Com o tumulto, os pequenos produtores da região acabaram prejudicados, pois a Companhia não pode reabastecer os armazéns com milho para venda a preços subsidiados. Agora, com a homologação do acordo entre os caminhoneiros e a Giro, a Conab espera o disponibilizar o milho para comercialização.
Entenda o caso
No dia 3 de junho, três carretas contratadas pela empresa Giro chegaram na Unidade Armazenadora em Picos mas não foram descarregadas, apesar da autorização do gerente. No dia seguinte, chegaram outras duas carretas, e os cinco motoristas quiseram descarregar naquele mesmo dia. Quando foram informados de que a capacidade da Unidade era de apenas três carretas por dia, decidiram que nada seria desembarcado sem o prévio pagamento de diária pelos dias parados.
Outras duas carretas chegaram ao local e, mesmo autorizadas a descarregarem, também se recusaram a fazê-lo cobrando o pagamento de diárias. Os carreteiros foram, então, informados que não poderiam solicitar o pagamento à Conab uma vez que a transportadora havia sido contratada pela Giro.
A situação se complicou com a greve dos estivadores responsáveis pelo descarregamento do milho, devido à falta de pagamento por parte da Associação de Estivadores de Picos. No dia 11 de junho, quando finalmente começaria o descarregamento, os carreteiros se recusaram a fazê-lo. No dia seguinte, chegaram mais oito carretas, impedidas de desembarcar a carga pelos caminhoneiros parados. Preocupada com a truculência dos carreteiros autônomos, a Conab chegou a acionar a polícia.
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A empresa Giro Distribuidora de Alimentos – vencedora de leilão realizado pela Conab para compra de milho com entrega simultânea e responsável pela contratação da transportadora para a remoção de quatro mil toneladas de milho ensacado do Centro-Oeste para o Piauí – se comprometeu a pagar aos motoristas a quantia correspondente ao frete após o desembarque de cada caminhão.
Os carreteiros estavam parados há 17 dias, exigindo o pagamento de diárias extras. Com o tumulto, os pequenos produtores da região acabaram prejudicados, pois a Companhia não pode reabastecer os armazéns com milho para venda a preços subsidiados. Agora, com a homologação do acordo entre os caminhoneiros e a Giro, a Conab espera o disponibilizar o milho para comercialização.
Entenda o caso
No dia 3 de junho, três carretas contratadas pela empresa Giro chegaram na Unidade Armazenadora em Picos mas não foram descarregadas, apesar da autorização do gerente. No dia seguinte, chegaram outras duas carretas, e os cinco motoristas quiseram descarregar naquele mesmo dia. Quando foram informados de que a capacidade da Unidade era de apenas três carretas por dia, decidiram que nada seria desembarcado sem o prévio pagamento de diária pelos dias parados.
Outras duas carretas chegaram ao local e, mesmo autorizadas a descarregarem, também se recusaram a fazê-lo cobrando o pagamento de diárias. Os carreteiros foram, então, informados que não poderiam solicitar o pagamento à Conab uma vez que a transportadora havia sido contratada pela Giro.
A situação se complicou com a greve dos estivadores responsáveis pelo descarregamento do milho, devido à falta de pagamento por parte da Associação de Estivadores de Picos. No dia 11 de junho, quando finalmente começaria o descarregamento, os carreteiros se recusaram a fazê-lo. No dia seguinte, chegaram mais oito carretas, impedidas de desembarcar a carga pelos caminhoneiros parados. Preocupada com a truculência dos carreteiros autônomos, a Conab chegou a acionar a polícia.
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