Miniquiche, barquete, bruschetta, canapés, folheados, tortelete e minihamburguers, todos com carne de caju, são algumas das delícias apresentas pela chef Verônica Lima, nas degustações diárias que ocorrem na Piauí Sampa, mostra que segue até hoje (11), no Shopping Eldorado, em São Paulo.
Há quinze anos, Verônica realiza pesquisas para descobrir as possibilidades de utilização da carne de caju na culinária. E o resultado disso, são mais de 200 receitas já elaboradas com essa matéria-prima. “Estou sempre testando novos sabores, entre doces e salgados. É um desafio utilizar a carne de caju em substituição a outros ingredientes, por causa do seu sabor acentuado. Mas os anos de estudo me fizeram chegar ao ponto certo para utilização dessa carne, que pode ser natural ou desidratada”, explica Verônica.
A chef pretende lançar uma revista com suas receitas até o final deste ano. Ela conta que se interessou pela culinária do caju, quando trabalhava numa empresa de exportação de frutas. “Via muito caju sendo desperdiçado e isso me incomodava. Foi aí que comecei a pensar em como evitar essas perdas. Comecei a pesquisar e fui me especializando, até me formar em gastronomia”, acrescenta.
Verônica revela ainda que várias receitas da culinária internacional podem ser desenvolvidas com a carne do caju, em substituição ao frango, ao peixe, à carne de gado, entre outros ingredientes. Ela cita como exemplos o quibe e o charuto, tradições da gastronomia árabe; pizza, lasanha, ravioli e macarrão, comuns na Itália; o taco do México; e o croissant e a quiche da culinária francesa. O que a chef não revela, nem sob tortura, é o segredo para o preparo da carne de caju. “Não posso entregar o ouro”, diz sorrindo.
Outras frutas começaram a fazer parte das pesquisas de Verônica este ano. A chef pretende desenvolver receitas a base de bacuri e buriti. “Acho que terá uma boa aceitação, assim como os produtos da carne de caju, que tem despertado a atenção das pessoas. Inclusive já fui procurada para enviar essa carne para São Paulo e para ministrar um curso sobre utilização desse produto para um grupo de vegetarianos”, completa Verônica.
A CULINÁRIA TRADICIONAL
Além da gastronomia a base de caju, as degustações na Piauí Sampa incluem também receitas da culinária tradicional como paçoca, Maria Isabel, feijão nordestino com queijo coalho e tapiocas recheadas com queijo coalho, carne de sol e coco da praia. Essas delícias são preparadas pelo chef Reginaldo Arêa Leão, que trabalha a 37 anos na área e participa da mostra desde a segunda edição.
Os horários de degustação são sempre as 12h00 e as 17h00, períodos de maior fluxo de visitantes.
A Piauí Sampa 2013 é uma realização do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí, e do Governo do Estado, com patrocínio da Prefeitura Municipal de Teresina e apoio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Piauí, Fecomércio; Federação das Indústrias do Estado do Piauí, Fiepi; e Federação da Agricultura do Estado do Piauí/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, Faepi/Senar.
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Há quinze anos, Verônica realiza pesquisas para descobrir as possibilidades de utilização da carne de caju na culinária. E o resultado disso, são mais de 200 receitas já elaboradas com essa matéria-prima. “Estou sempre testando novos sabores, entre doces e salgados. É um desafio utilizar a carne de caju em substituição a outros ingredientes, por causa do seu sabor acentuado. Mas os anos de estudo me fizeram chegar ao ponto certo para utilização dessa carne, que pode ser natural ou desidratada”, explica Verônica.
A chef pretende lançar uma revista com suas receitas até o final deste ano. Ela conta que se interessou pela culinária do caju, quando trabalhava numa empresa de exportação de frutas. “Via muito caju sendo desperdiçado e isso me incomodava. Foi aí que comecei a pensar em como evitar essas perdas. Comecei a pesquisar e fui me especializando, até me formar em gastronomia”, acrescenta.
Verônica revela ainda que várias receitas da culinária internacional podem ser desenvolvidas com a carne do caju, em substituição ao frango, ao peixe, à carne de gado, entre outros ingredientes. Ela cita como exemplos o quibe e o charuto, tradições da gastronomia árabe; pizza, lasanha, ravioli e macarrão, comuns na Itália; o taco do México; e o croissant e a quiche da culinária francesa. O que a chef não revela, nem sob tortura, é o segredo para o preparo da carne de caju. “Não posso entregar o ouro”, diz sorrindo.
Outras frutas começaram a fazer parte das pesquisas de Verônica este ano. A chef pretende desenvolver receitas a base de bacuri e buriti. “Acho que terá uma boa aceitação, assim como os produtos da carne de caju, que tem despertado a atenção das pessoas. Inclusive já fui procurada para enviar essa carne para São Paulo e para ministrar um curso sobre utilização desse produto para um grupo de vegetarianos”, completa Verônica.
A CULINÁRIA TRADICIONAL
Além da gastronomia a base de caju, as degustações na Piauí Sampa incluem também receitas da culinária tradicional como paçoca, Maria Isabel, feijão nordestino com queijo coalho e tapiocas recheadas com queijo coalho, carne de sol e coco da praia. Essas delícias são preparadas pelo chef Reginaldo Arêa Leão, que trabalha a 37 anos na área e participa da mostra desde a segunda edição.
Os horários de degustação são sempre as 12h00 e as 17h00, períodos de maior fluxo de visitantes.
A Piauí Sampa 2013 é uma realização do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí, e do Governo do Estado, com patrocínio da Prefeitura Municipal de Teresina e apoio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Piauí, Fecomércio; Federação das Indústrias do Estado do Piauí, Fiepi; e Federação da Agricultura do Estado do Piauí/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, Faepi/Senar.
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