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TRE adia julgamento do processo que pede cassação do prefeito de Dom Expedito Lopes

O prefeito Alecxo de Moura Belo (PSB) e o vice-prefeito Francisco de Assis Marcolino Dantas (PMDB) são acusados de compra de votos

O julgamento do recurso contra a expedição dos diplomas do prefeito de Dom Expedito Lopes, Alexco de Moura Belo (PSB) e do seu vice- Francisco de Assis Marcolino Dantas (PMDB), que havia sido marcado para a manhã desta segunda-feira (12), foi adiado para esta terça-feira (13). É a segunda vez que o julgamento é adiado. Na primeira vez o julgamento havia sido marcado para o dia 30 de julho.

Imagem: José Maria Barros/ GP1Prefeito é acusado de compra de votos.(Imagem:José Maria/ GP1)Prefeito é acusado de compra de votos.

O motivo do adiamento se deu em face de viagem à serviço do revisor do processo, o Desembargador Joaquim Santana.

O prefeito e o vice-prefeito de Dom Expedito Lopes eleitos em 7 de outubro de 2012, são acusados de captação ilícita de sufrágio, a popular compra de votos, além de abuso do poder econômico.

Imagem: José Maria Barros/ GP1Ação foi ajuizada por dona Ivete.(Imagem:José Maria Barros/ GP1)Ação foi ajuizada por dona Ivete.

O recurso foi ajuizado pela ex-prefeita de Dom Expedito Lopes e candidata derrotada nas eleições do ano passado, Francisca Ivete do Nascimento Lima, a dona Ivete (PRTB). Além da cassação do mandato do prefeito e do vice-prefeito, ela pede a declaração de inegibilidade de ambos.

O relator do processo é o juiz convocado Dioclécio Sousa Silva. Atuarão como advogados da recorrente, dona Ivete, José Norberto Lopes Campelo e Renato Leal Catunda Martins. Na defesa dos recorridos Alexco Belo e Francisco de Assis estão os advogados Emanuel Fonseca de Sousa e Tiago Saunders Martins, este último secretário municipal de Governo em Picos.


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