O projeto Santa Fé, localizado no município de Canto do Buriti, a 405km ao sul de Teresina, foi apresentado ao secretário de Planejamento, Cezar Fortes, durante visita do empresário Helmut Fladt, proprietário da fazenda onde o projeto já está em fase experimental para a implantação de produção e beneficiamento de caju. Numa área que deve chegar a 6mil hectares de terras, a expectativa é que sejam gerados aproximadamente 3 mil empregos diretos na época da colheita.
Com investimentos que ultrapassam os R$15milhões, o projeto prevê a implantação de uma indústria de beneficiamento do caju e ainda o fomento aos mais de 2 mil produtores familiares da região, totalizando 12mil hectares de terra produtivas. A previsão é que sejam produzidas anualmente mais de 12mil toneladas de castanha ao ano e mais de 24 mil toneladas de suco de caju, com tecnologia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária(Embrapa).
Para o empresário, o Piauí mostrou-se o Estado mais atrativo para a implantação do projeto de caju. De acordo com ele, as terras férteis, a titularidade de propriedades, estradas boas e grandes oportunidades para se trabalhar em cadeias produtivas foram decisivas para seus investimentos. “Estamos em fase experimental, em parceria com a Embrapa, mas acreditamos que em 2023 estaremos em pleno vapor das atividades”, declarou.
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Imagem: Reprodução
Fazenda de caju deve gerar mais de 3mil empregos no Piauí
Fazenda de caju deve gerar mais de 3mil empregos no PiauíCom investimentos que ultrapassam os R$15milhões, o projeto prevê a implantação de uma indústria de beneficiamento do caju e ainda o fomento aos mais de 2 mil produtores familiares da região, totalizando 12mil hectares de terra produtivas. A previsão é que sejam produzidas anualmente mais de 12mil toneladas de castanha ao ano e mais de 24 mil toneladas de suco de caju, com tecnologia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária(Embrapa).
Para o empresário, o Piauí mostrou-se o Estado mais atrativo para a implantação do projeto de caju. De acordo com ele, as terras férteis, a titularidade de propriedades, estradas boas e grandes oportunidades para se trabalhar em cadeias produtivas foram decisivas para seus investimentos. “Estamos em fase experimental, em parceria com a Embrapa, mas acreditamos que em 2023 estaremos em pleno vapor das atividades”, declarou.
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