Com o intuito otimizar as atividades e aumentar o bem estar de seus animais, o Esquadrão de Polícia Montada (EPMon) passou recentemente por uma reforma que contemplou os setores administrativo, veterinário, além da equoterapia.
As melhorias no setor veterinário envolveram a reforma da ferradoria, baias e cochos, além da construção de tanque para assepsia dos cavalos. “Com a revitalização desses espaços os nossos animais ganharam em qualidade de vida, assim eles ficam bem dispostos para realizar o trabalho de policiamento”, ressalta a Capitã Sheila, responsável pelo setor de equoterapia.
Ainda segundo a capitã Sheila, a construção do muro do picadeiro também trouxe benefícios tantos para o treinamento dos policiais quanto para a saúde dos cavalos utilizados pelo esquadrão. “Esse espaço é muito importante, pois é utilizado para o treinamento dos nossos policiais, para doma dos cavalos, além de funcionar como relaxante para o animais. O espaço que tínhamos, anteriormente, não ajudava nessas práticas”, afirma.
O setor administrativo passou por uma revitalização completa otimizando assim o trabalho desenvolvido pelo esquadrão. “A reforma do prédio chegou em boa hora, pois facilitou o desenvolvimento dos nossos trabalhos, uma vez que prezamos pela prevenção, além do policiamento ostensivo. Pois realizamos atividades com a comunidade como o pelotão mirim, então uma boa estrutura é fundamental”, analisa o Major Viana, coordenador do EPMon.
A reforma realizada no Esquadrão trouxe benefícios também para as atividades desenvolvidas junto à comunidade, a equoterapia e o Projeto Resgate da Cidadania de Crianças e Adolescente (Preç), mais conhecido como Pelotão Mirim.
Equoterapia
Há 13 anos, o EPMon realiza a reabilitação de deficientes físicos e mentais, através da equoterapia. Atualmente são atendidos 61 pacientes, sendo a maioria crianças.
O acompanhamento é realizado de maneira personalizada, através de uma equipe multidisciplinar formada por profissionais das seguintes áreas: psicopedagogia, fisioterapia, educação física, fonoaudiologia, terapia ocupacional e serviço social. “O tratamento pode ser realizado a partir dos três anos e tem duração máxima de dois anos podendo ser prorrogado por mais seis meses e cada sessão dura 30 minutos”, explica a capitã Sheila.
A eficiência do trabalho desenvolvido pela equipe é atestada por Natália Silva Cunha, mãe de Derick, um dos pacientes do EPMon. “Há dois meses meu filho iniciou as sessões de equoterapia aqui por recomendação médica. Apesar do pouco tempo eu percebo a evolução dele e a satisfação que ele tem quando está montado no cavalo”, avalia a mãe.
Além do trabalho terapêutico, a equipe também realiza o acompanhamento social. “ Nós dispomos de um veículo de apoio para realizar o monitoramento de pacientes que por ventura abandonem o tratamento. Por exemplo, nós visitamos e verificamos o porquê da ausência. Utilizamos ainda para o transporte de pacientes, quando estes não tem como voltar para as suas residências”, relata a Capitã.
Projeto Pelotão Mirim
O projeto é desenvolvido em parceria com a comunidade com o objetivo de prevenir crianças e adolescentes do uso das drogas. São atendidos cerca de 400 jovens, de 7 a 16 anos, estando estes em situação de risco.
Os jovens tem a acesso a aula de informática, reforço escolar, música, xadrez, dama, dentre outras. “A nossa preocupação é com a prevenção social, então, além das aulas, eles também aprendem sobre a importância dos valores, por exemplo, a disciplina. Essas atividades além de auxiliar na educação, permitem que eles se mantenham afastados das drogas”, enfatiza o Major Viana.
A comunidade é levada para dentro do esquadrão, a partir desta iniciativa, como explica a líder comunitária e responsável pelo projeto Preça. “A parceria comunidade e Polícia Militar evita que os nossos jovens se envolvam com drogas, além disso, essa ação permite que as questões da sociedade sejam priorizadas, uma vez que debatemos as nossas ideias e dividimos responsabilidades”, afima Maria José Vieira.
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As melhorias no setor veterinário envolveram a reforma da ferradoria, baias e cochos, além da construção de tanque para assepsia dos cavalos. “Com a revitalização desses espaços os nossos animais ganharam em qualidade de vida, assim eles ficam bem dispostos para realizar o trabalho de policiamento”, ressalta a Capitã Sheila, responsável pelo setor de equoterapia.
Ainda segundo a capitã Sheila, a construção do muro do picadeiro também trouxe benefícios tantos para o treinamento dos policiais quanto para a saúde dos cavalos utilizados pelo esquadrão. “Esse espaço é muito importante, pois é utilizado para o treinamento dos nossos policiais, para doma dos cavalos, além de funcionar como relaxante para o animais. O espaço que tínhamos, anteriormente, não ajudava nessas práticas”, afirma.
Imagem: Kalberto Rodrigues
Centro de Equoterapia
Centro de EquoterapiaO setor administrativo passou por uma revitalização completa otimizando assim o trabalho desenvolvido pelo esquadrão. “A reforma do prédio chegou em boa hora, pois facilitou o desenvolvimento dos nossos trabalhos, uma vez que prezamos pela prevenção, além do policiamento ostensivo. Pois realizamos atividades com a comunidade como o pelotão mirim, então uma boa estrutura é fundamental”, analisa o Major Viana, coordenador do EPMon.
A reforma realizada no Esquadrão trouxe benefícios também para as atividades desenvolvidas junto à comunidade, a equoterapia e o Projeto Resgate da Cidadania de Crianças e Adolescente (Preç), mais conhecido como Pelotão Mirim.
Equoterapia
Há 13 anos, o EPMon realiza a reabilitação de deficientes físicos e mentais, através da equoterapia. Atualmente são atendidos 61 pacientes, sendo a maioria crianças.
O acompanhamento é realizado de maneira personalizada, através de uma equipe multidisciplinar formada por profissionais das seguintes áreas: psicopedagogia, fisioterapia, educação física, fonoaudiologia, terapia ocupacional e serviço social. “O tratamento pode ser realizado a partir dos três anos e tem duração máxima de dois anos podendo ser prorrogado por mais seis meses e cada sessão dura 30 minutos”, explica a capitã Sheila.
A eficiência do trabalho desenvolvido pela equipe é atestada por Natália Silva Cunha, mãe de Derick, um dos pacientes do EPMon. “Há dois meses meu filho iniciou as sessões de equoterapia aqui por recomendação médica. Apesar do pouco tempo eu percebo a evolução dele e a satisfação que ele tem quando está montado no cavalo”, avalia a mãe.
Além do trabalho terapêutico, a equipe também realiza o acompanhamento social. “ Nós dispomos de um veículo de apoio para realizar o monitoramento de pacientes que por ventura abandonem o tratamento. Por exemplo, nós visitamos e verificamos o porquê da ausência. Utilizamos ainda para o transporte de pacientes, quando estes não tem como voltar para as suas residências”, relata a Capitã.
Projeto Pelotão Mirim
O projeto é desenvolvido em parceria com a comunidade com o objetivo de prevenir crianças e adolescentes do uso das drogas. São atendidos cerca de 400 jovens, de 7 a 16 anos, estando estes em situação de risco.
Os jovens tem a acesso a aula de informática, reforço escolar, música, xadrez, dama, dentre outras. “A nossa preocupação é com a prevenção social, então, além das aulas, eles também aprendem sobre a importância dos valores, por exemplo, a disciplina. Essas atividades além de auxiliar na educação, permitem que eles se mantenham afastados das drogas”, enfatiza o Major Viana.
A comunidade é levada para dentro do esquadrão, a partir desta iniciativa, como explica a líder comunitária e responsável pelo projeto Preça. “A parceria comunidade e Polícia Militar evita que os nossos jovens se envolvam com drogas, além disso, essa ação permite que as questões da sociedade sejam priorizadas, uma vez que debatemos as nossas ideias e dividimos responsabilidades”, afima Maria José Vieira.
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