Um protesto realizado por manifestantes alcançou a Avenida Marechal Castelo Branco, zona norte de Teresina, onde acontecia o desfile de 7 de setembro na manhã deste sábado.
Dois grupos promoviam o protesto na avenida, um identificado como Reação Punk e o segundo por Grito da Soberania, este último formado após uma cisão no movimento Grito dos Excluídos, que nacionalmente promove uma passeata no sábado, porém em Teresina, aconteceu na sexta-feira (06) para evitar qualquer tipo de conflito, segundo membros da Soberania.
Entidades sindicais como CSP-Conlutas, Anel se juntaram e foram até a avenida. “A manifestação é para não deixar passar o feriado em branco, em tempos de espionagem americana todo o país, todos nós somos monitorados por quem controla as grandes empresas, então o protesto é contra eles”, afirma o professor Sinésio Soares, presidente do Sindserm (Sindicato dos Servidores Municipais da capital).
Segundo Soares, o Brasil não é independente. “Do ponto de vista nacional estamos combatendo os leilões da Petrobras, que entregam nossas principais empresas para estrangeiros, como podemos ser livres se ficamos reféns deles [empresários estrangeiros]”, questiona. A nível local, o manifesto reivindica a estatização da Agespisa e da antiga Cepisa, atualmente controlada pela Eletrobras. “Além disso, queremos passe-livre para os estudantes e desempregados”, disse.
O grupo Reação Punk realizou durante o protesto, panfletagem organizada pelo GEAPI, que é um grupo de estudos anarquistas do Piauí, organizado nas redes sociais. O panfleto e o grupo são favoráveis ao Passe Livre. “Lutamos pela anarquia, o antimilitarisimo e pelo Passe-Livre”, dissse o integrante Bal-Tremembé de 35 anos.
De acordo com Tremembé, existe apenas uma ostentação em torno da independência brasileira. “Não somos independentes, a gente não tem direito de ir e vir, tem gente sem educação, sem saúde, nossos impostos não tem retorno, somos o país que mais paga imposto e não recebemos o retorno”, analisa.
A manifestação dos dois grupos continuou até o final do desfile. Embora o Reação Punk e o Grito da Soberania tivessem uma bandeira igual de luta, no caso, o Passe-Livre, cada um ocupou uma área diferente da avenida.
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Imagem: Valciãn Calixto/GP1
Grupo Reação Punk
Grupo Reação PunkDois grupos promoviam o protesto na avenida, um identificado como Reação Punk e o segundo por Grito da Soberania, este último formado após uma cisão no movimento Grito dos Excluídos, que nacionalmente promove uma passeata no sábado, porém em Teresina, aconteceu na sexta-feira (06) para evitar qualquer tipo de conflito, segundo membros da Soberania.
Imagem: Valciãn Calixto/GP1
Grupo Grito da Soberania
Grupo Grito da SoberaniaEntidades sindicais como CSP-Conlutas, Anel se juntaram e foram até a avenida. “A manifestação é para não deixar passar o feriado em branco, em tempos de espionagem americana todo o país, todos nós somos monitorados por quem controla as grandes empresas, então o protesto é contra eles”, afirma o professor Sinésio Soares, presidente do Sindserm (Sindicato dos Servidores Municipais da capital).
Imagem: Valciãn Calixto/GP1
Manifestante durante protesto na Avenida Marechal
Manifestante durante protesto na Avenida MarechalSegundo Soares, o Brasil não é independente. “Do ponto de vista nacional estamos combatendo os leilões da Petrobras, que entregam nossas principais empresas para estrangeiros, como podemos ser livres se ficamos reféns deles [empresários estrangeiros]”, questiona. A nível local, o manifesto reivindica a estatização da Agespisa e da antiga Cepisa, atualmente controlada pela Eletrobras. “Além disso, queremos passe-livre para os estudantes e desempregados”, disse.
Imagem: Valciãn Calixto/GP1
Manifestação durante desfile cívico
Manifestação durante desfile cívicoImagem: Valciãn Calixto/GP1
Panfleto organizado pelo Geapi
Panfleto organizado pelo GeapiO grupo Reação Punk realizou durante o protesto, panfletagem organizada pelo GEAPI, que é um grupo de estudos anarquistas do Piauí, organizado nas redes sociais. O panfleto e o grupo são favoráveis ao Passe Livre. “Lutamos pela anarquia, o antimilitarisimo e pelo Passe-Livre”, dissse o integrante Bal-Tremembé de 35 anos.
Imagem: Valciãn Calixto/GP1
Bandeira do grupo Reação Punk
Bandeira do grupo Reação PunkImagem: Valciãn Calixto/GP1
Bandeira durante protesto
Bandeira durante protestoDe acordo com Tremembé, existe apenas uma ostentação em torno da independência brasileira. “Não somos independentes, a gente não tem direito de ir e vir, tem gente sem educação, sem saúde, nossos impostos não tem retorno, somos o país que mais paga imposto e não recebemos o retorno”, analisa.
Imagem: Valciãn Calixto/GP1
Protesto na Avenida Marechal
Protesto na Avenida Marechal A manifestação dos dois grupos continuou até o final do desfile. Embora o Reação Punk e o Grito da Soberania tivessem uma bandeira igual de luta, no caso, o Passe-Livre, cada um ocupou uma área diferente da avenida.
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