A Polícia prendeu no final da tarde desta sexta-feira (17) o acusado de ter matado na noite da última quinta-feira (16) a professora Cristiane Melo da Cunha na frente das suas duas filhas no município de Corrente, 890 km de Teresina. O acusado pelos disparos que mataram a professora foi identificado como Emanuel Santos Soares.
“Esse rapaz que prendemos é natural de Luziânia no interior do estado de Goiás, mas tem residência fixa em Brasília. Ele veio para Corrente visitar sua esposa que é natural daqui”, disse o delegado.
O delegado disse ainda que o suspeito já possui passagem pela polícia pelo crime de tráfico de drogas, e que no momento da prisão chegou a negar à autoria do crime, apresentando inclusive um álibi de que estava em outro local com outra pessoa no momento do crime.
“Nós puxamos a ficha dele e constatamos que ele já possui passagem pelo crime de tráfico de drogas. Ele chegou a afirmar que não tinha participação na morte da professora, e disse que estava em um local com uma dita pessoa que não podemos revelar para não atrapalhar nas investigações, ouvimos essa pessoa que ele citou no álibi, mas a mesma negou que tenha estado com ele naquele momento”, ressaltou o delegado.
A polícia chegou a deter e interrogar outro suspeito, mas após ouvi-lo, o liberou logo em seguida. Rodrigo Morais disse que as investigações agora serão repassadas para o Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) devido à complexidade do crime. Pois, sabe-se que Emanuel não conhecia a professora, sendo assim, a polícia agora irá tentar descobrir se houve alguma espécie de crime encomendado.
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Imagem: Reprodução
Emanuel Santos Soares
De acordo com o delegado regional de Corrente Rodrigo Morais Matos, o acusado é natural de Luziânia/GO, e já estava há dez dias hospedado em um hotel que fica localizado na cidade.
Emanuel Santos Soares“Esse rapaz que prendemos é natural de Luziânia no interior do estado de Goiás, mas tem residência fixa em Brasília. Ele veio para Corrente visitar sua esposa que é natural daqui”, disse o delegado.
O delegado disse ainda que o suspeito já possui passagem pela polícia pelo crime de tráfico de drogas, e que no momento da prisão chegou a negar à autoria do crime, apresentando inclusive um álibi de que estava em outro local com outra pessoa no momento do crime.
“Nós puxamos a ficha dele e constatamos que ele já possui passagem pelo crime de tráfico de drogas. Ele chegou a afirmar que não tinha participação na morte da professora, e disse que estava em um local com uma dita pessoa que não podemos revelar para não atrapalhar nas investigações, ouvimos essa pessoa que ele citou no álibi, mas a mesma negou que tenha estado com ele naquele momento”, ressaltou o delegado.
A polícia chegou a deter e interrogar outro suspeito, mas após ouvi-lo, o liberou logo em seguida. Rodrigo Morais disse que as investigações agora serão repassadas para o Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) devido à complexidade do crime. Pois, sabe-se que Emanuel não conhecia a professora, sendo assim, a polícia agora irá tentar descobrir se houve alguma espécie de crime encomendado.
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