O coordenador da Delegacia de Homicídios, Francisco das Chagas, o “Barêtta”, informou que já identificou os taxistas envolvidos na morte de Felipe Mendes Siqueira, 22 anos, acusado de participar de uma tentativa de assalto a um taxista na noite da última quarta-feira (26) no bairro São Pedro, zona sul de Teresina.
De acordo com o delegado, algumas testemunhas já foram ouvidas e outros materiais estão sendo colhidos a fim de auxiliar as investigações. “Nós temos alguns vídeos onde é possível identificar as pessoas envolvidas. O que eu posso dizer é que há uma sucessão de crimes que antecedem a morte da vítima como porte ilegal de arma, invasão de domicílio, e por tudo isso essas pessoas serão responsabilizadas”, ressaltou o delegado.
O delegado afirmou também que vai entrar em contato com os representantes das cooperativas de taxis para conversar a respeito das últimas ações que estão se tornando comum. “Nós vamos ter uma conversa amigável e tentar passar que essas atitudes não podem ser admitidas, pois isso também é crime. Nós não estamos defendendo bandido, mas não podemos admitir uma prática ilegal de quem quer que seja”, completou.
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De acordo com o delegado, algumas testemunhas já foram ouvidas e outros materiais estão sendo colhidos a fim de auxiliar as investigações. “Nós temos alguns vídeos onde é possível identificar as pessoas envolvidas. O que eu posso dizer é que há uma sucessão de crimes que antecedem a morte da vítima como porte ilegal de arma, invasão de domicílio, e por tudo isso essas pessoas serão responsabilizadas”, ressaltou o delegado.
Imagem: GP1
Delegado Baretta
Ainda de acordo com o “Barêtta”, todos os casos envolvendo crimes contra taxistas foram esclarecidos pela delegacia de homicídios e, portanto, a categoria precisa dar crédito ao trabalho realizado pela polícia. “Nós já investigamos vários crimes, identificamos os autores e prendemos, mas nós não podemos permitir o estado de ilegalidade, combatendo um crime praticando outro, isso não vamos permitir”, reforçou.
Delegado BarettaO delegado afirmou também que vai entrar em contato com os representantes das cooperativas de taxis para conversar a respeito das últimas ações que estão se tornando comum. “Nós vamos ter uma conversa amigável e tentar passar que essas atitudes não podem ser admitidas, pois isso também é crime. Nós não estamos defendendo bandido, mas não podemos admitir uma prática ilegal de quem quer que seja”, completou.
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Brunno Suênio
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