Resistir àquela vontade de cochilar depois do almoço pode ter feito toda a diferença na vida de Luis Batista Junior. Aprovado no último concurso da Secretaria de Planejamento do Estado do Piauí (SEPLAN), aos 24 anos, ele conta que o período que antecedeu ao resultado foi de sacrifício e determinação. E o resultado veio: ele passou em 1º lugar.
“Eu acordava às sete e meia, começava a estudar as oito, dava uma pausa pro almoço e descansava no máximo uma hora no sofá, pra não ficar muito confortável e poder levantar as duas pra retomar os estudos”, conta, sorrindo, ele que faz provas desde 2009. “Comecei a tentar por influência dos colegas da graduação. Passar num concurso é um desejo quase unânime de quem estuda na universidade pública”, afirma.
Formado em Direito pela Uespi e Contabilidade na UFPI, no ano passado Luis resolveu abandonar o estágio e se dedicar exclusivamente aos estudos. Matriculou-se no curso intensivo do CEV para o concurso SEPLAN e assistia aulas de domingo a domingo no turno da noite. “Foi puxado, não posso negar que abri mão de muita coisa”, diz o concursado.
Sacrifício em família. Morando com os pais, que incentivaram muito e acreditaram na vitória do Luis, ele teve todo o apoio que precisava. “Agradeço muito ao suporte que meus pais deram para que eu chegasse até aqui”.
Luis pode ser uma prova viva de que concurso se faz até passar: em três anos fez 15 concursos – ficou em 3º lugar na lista de classificados no último do Ministério Público e pretende ainda fazer o próximo concurso do TCE. “Irei fazer novamente o preparatório CEV. Me dou muito bem com aulas presenciais e acho que os últimos dois meses de intensivo foram essenciais para minha aprovação”.
Qual o segredo, Luís? “Muita gente fala em fórmula, dicas ou receita para conseguir a aprovação. Eu apenas acho que a maior cobrança tem que vir de você mesmo. Saber administrar o tempo e não desestimular é o mais importante”.
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“Eu acordava às sete e meia, começava a estudar as oito, dava uma pausa pro almoço e descansava no máximo uma hora no sofá, pra não ficar muito confortável e poder levantar as duas pra retomar os estudos”, conta, sorrindo, ele que faz provas desde 2009. “Comecei a tentar por influência dos colegas da graduação. Passar num concurso é um desejo quase unânime de quem estuda na universidade pública”, afirma.
Imagem: Divulgação
Luis Batista
Luis BatistaFormado em Direito pela Uespi e Contabilidade na UFPI, no ano passado Luis resolveu abandonar o estágio e se dedicar exclusivamente aos estudos. Matriculou-se no curso intensivo do CEV para o concurso SEPLAN e assistia aulas de domingo a domingo no turno da noite. “Foi puxado, não posso negar que abri mão de muita coisa”, diz o concursado.
Sacrifício em família. Morando com os pais, que incentivaram muito e acreditaram na vitória do Luis, ele teve todo o apoio que precisava. “Agradeço muito ao suporte que meus pais deram para que eu chegasse até aqui”.
Luis pode ser uma prova viva de que concurso se faz até passar: em três anos fez 15 concursos – ficou em 3º lugar na lista de classificados no último do Ministério Público e pretende ainda fazer o próximo concurso do TCE. “Irei fazer novamente o preparatório CEV. Me dou muito bem com aulas presenciais e acho que os últimos dois meses de intensivo foram essenciais para minha aprovação”.
Qual o segredo, Luís? “Muita gente fala em fórmula, dicas ou receita para conseguir a aprovação. Eu apenas acho que a maior cobrança tem que vir de você mesmo. Saber administrar o tempo e não desestimular é o mais importante”.
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