Um detento foi morto, nesta quarta-feira (05), na casa de custódia de Teresina. A morte aconteceu na cela 5 do pavilhão H. O preso Alexandre dos Santos da Silva foi morto por estrangulamento, mas ainda não se sabe quem foi o autor do crime.
O capitão Dênio Marinho, diretor da casa de custódia disse que policiais militares já estão averiguando como aconteceu o assassinato. A vítima dividia a cela com mais outros quatro detentos que estão sendo ouvidos no momento pela polícia militar.
Alexandre dos Santos da Silva era preso provisório, oriundo de Esperantina e respondia pelo crime de tráfico de drogas.
Para o presidente da Associação Geral do Pessoal Penitenciário do Estado do Piauí (AGEPEN-PI), Jacinto Teles, o caso traz a tona a problemática do sistema penitenciário no estado. O presidente da associação defende a implantação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) para combater violência e o crime organizado dentro dos presídios.
"Nós defendemos que o governo do Estado do Piauí invista na contrução de novos presídios adequados para a implantação do Regime Disciplinar Diferenciado, pois esse sistema trata com mais rigidez presos que cometem crimes dentro do próprio presídio. Eles ficam isolados em uma cela sozinhos, com a comunicação restrita e sem direito a visitas e íntimas e o tempo de banho de sol deles também fica reduzido", explicou.
Jacinto Teles disse ainda que o Superior Tribunal de Justiça considera que o Regime Disciplinar Diferenciado é uma medida eficaz e não fere os direitos humanos. Teles ressaltou que as mortes dentro dos presídios podem gerar o pagamentos de idenizações pelo Estado.
"Nós já temos no Piauí o primeiro caso em que a família de um detento morto em um presídio ganhou na justiça e o governo do Estado foi obrigado a pagar uma idenização no valor de R$ 100 mil. Então é muito melhor que o Governo invista para prevenir que casos como esse se repitam", finalizou.
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O capitão Dênio Marinho, diretor da casa de custódia disse que policiais militares já estão averiguando como aconteceu o assassinato. A vítima dividia a cela com mais outros quatro detentos que estão sendo ouvidos no momento pela polícia militar.
Imagem: Reprodução
Capitão Dênio Marinho, diretor da casa de custódia
Capitão Dênio Marinho, diretor da casa de custódia Alexandre dos Santos da Silva era preso provisório, oriundo de Esperantina e respondia pelo crime de tráfico de drogas.
Para o presidente da Associação Geral do Pessoal Penitenciário do Estado do Piauí (AGEPEN-PI), Jacinto Teles, o caso traz a tona a problemática do sistema penitenciário no estado. O presidente da associação defende a implantação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) para combater violência e o crime organizado dentro dos presídios.
"Nós defendemos que o governo do Estado do Piauí invista na contrução de novos presídios adequados para a implantação do Regime Disciplinar Diferenciado, pois esse sistema trata com mais rigidez presos que cometem crimes dentro do próprio presídio. Eles ficam isolados em uma cela sozinhos, com a comunicação restrita e sem direito a visitas e íntimas e o tempo de banho de sol deles também fica reduzido", explicou.
Imagem: Francyelle Elias/ GP1
Jacinto Teles
Jacinto TelesJacinto Teles disse ainda que o Superior Tribunal de Justiça considera que o Regime Disciplinar Diferenciado é uma medida eficaz e não fere os direitos humanos. Teles ressaltou que as mortes dentro dos presídios podem gerar o pagamentos de idenizações pelo Estado.
"Nós já temos no Piauí o primeiro caso em que a família de um detento morto em um presídio ganhou na justiça e o governo do Estado foi obrigado a pagar uma idenização no valor de R$ 100 mil. Então é muito melhor que o Governo invista para prevenir que casos como esse se repitam", finalizou.
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