A Câmara Municipal de Teresina aprovou projeto de lei complementar nº 122/2014, de autoria da Prefeitura Municipal, que dispõe sobre os vencimentos dos servidores públicos municipais efetivos e inativos da administração direta e indireta da capital.
A polêmica matéria, que reajusta em 5,85% os salários dos servidores, foi aprovada com 16 votos favoráveis e 9 contrários. Mas a tramitação do projeto acabou sendo suspensa após um pedido de vistas coletivo.
Vários trabalhadores do município voltaram a protestar contra o reajuste no plenário da Câmara Municipal, e contaram com o apoio de parte dos parlamentares, sobretudo daqueles que integram a ala oposicionista do Legislativo.
Os parlamentares que votaram contra o projeto de lei acreditam que o percentual oferecido pela prefeitura poderia ser um pouco maior que os atuais 5,85%. Paulo Roberto da Iluminação (PTB), por exemplo, sugere que esse índice passe a, pelo menos, 7%.
O petebista também critica o fato de a prefeitura estar excluindo algumas categorias do reajuste - como os professores, técnicos em enfermagem e radiologia. "Além de tudo, o projeto foi enviado às pressas para a Câmara, e a prefeitura sequer ouviu a opinião dos servidores", lamenta Paulo Roberto.
A vereadora Graça Amorim (PTB) foi outra que criticou a aprovação do projeto de lei. Ela refuta o argumento da prefeitura de que o reajuste do magistério já teria sido repassado desde o início do ano.
A vereadora Cida Santiago (PHS) foi a surpresa da votação desta quarta-feira. Desde o início da atual legislatura ela vinha votando de forma favorável à prefeitura, mas recentemente a vereadora passou a seguir a oposição em algumas discussões importantes.
Imagem: Divulgação
Câmara aprova projeto que reajusta salário dos servidores
Câmara aprova projeto que reajusta salário dos servidores A polêmica matéria, que reajusta em 5,85% os salários dos servidores, foi aprovada com 16 votos favoráveis e 9 contrários. Mas a tramitação do projeto acabou sendo suspensa após um pedido de vistas coletivo.
Vários trabalhadores do município voltaram a protestar contra o reajuste no plenário da Câmara Municipal, e contaram com o apoio de parte dos parlamentares, sobretudo daqueles que integram a ala oposicionista do Legislativo.
Os parlamentares que votaram contra o projeto de lei acreditam que o percentual oferecido pela prefeitura poderia ser um pouco maior que os atuais 5,85%. Paulo Roberto da Iluminação (PTB), por exemplo, sugere que esse índice passe a, pelo menos, 7%.
O petebista também critica o fato de a prefeitura estar excluindo algumas categorias do reajuste - como os professores, técnicos em enfermagem e radiologia. "Além de tudo, o projeto foi enviado às pressas para a Câmara, e a prefeitura sequer ouviu a opinião dos servidores", lamenta Paulo Roberto.
A vereadora Graça Amorim (PTB) foi outra que criticou a aprovação do projeto de lei. Ela refuta o argumento da prefeitura de que o reajuste do magistério já teria sido repassado desde o início do ano.
A vereadora Cida Santiago (PHS) foi a surpresa da votação desta quarta-feira. Desde o início da atual legislatura ela vinha votando de forma favorável à prefeitura, mas recentemente a vereadora passou a seguir a oposição em algumas discussões importantes.
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