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Audiência pública sobre energia conta com participação da Fiepi

Ao todo, 1116 MW de energia já estão vendidos pelas empresas Casa dos Ventos, Queiroz Galvão, Contourglobal e Chesf e serão produzidos no Complexo até 2018.

O técnico do SENAI-PI Raimundo José Fontenele representou a Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI), nas audiências públicas sobre o Complexo Eólico Chapada do Piauí II, realizadas nos dias 15 e 16, nas cidades de Caldeirão Grande do Piauí e Marcolândia.
De acordo com Fontenele, as audiências públicas foram solicitadas pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí (SEMAR) e contaram com grande participação da população. Segundo ele, durante os eventos foram expostos o conteúdo dos estudos ambientais, esclarecim,ento de dúvidas, recolhendo críticas e sugestões a respeito do empreendimento.
Imagem: DivulgaçãoTécnico do SENAI-PI, Raimundo José Fontenele participou das Audiências Públicas(Imagem:Divulgação)Técnico do SENAI-PI, Raimundo José Fontenele participou das Audiências Públicas
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Piauí (SENAI-PI), em parceria com a empresa Cortez engenharia, já vem desenvolvendo diversos cursos na área da Construção Civil para a qualfiicação de mão de obra a ser utilizada na construção das estruturas do Complexo. Lançado pelo governo do Estado em março deste ano, o Complexo Eólico Ventos do Araripe, envolve as cidades de Simões, Marcolândia, Caldeirão Grande e Padre Marcos, todos localizados na chapada do Araripe.

A região desponta atualmente como uma das principais do país para a geração de energia eólica. Ao todo, 1116 MW de energia já estão vendidos pelas empresas Casa dos Ventos, Queiroz Galvão, Contourglobal e Chesf e serão produzidos no Complexo até 2018. Os investimentos chegam a R$ 8,5 bilhões.

Detalhes técnicos sobre os 450 empregos que serão gerados em Caldeirão Grande do Piauí e Marcolândia, bem como o cuidado com o meio ambiente foram levados em consideração nas audiências. As obras custarão cerca de 835 milhões e uma vez iniciadas devem ficar prontas em 18 meses.

Conforme o técnico do SENAI-PI, as audiências foram bastante proveitosas, pois cumpriram um dos termos essenciais para o licenciamento dos relatórios ambientais. As obras só podem começar após a liberação da licença específica e outras, também associadas quando os procedimentos legais forem cumpridos. Com a operacionalização dos aerogeradores, o déficit de energia elétrica da região será sanado.

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