O Piauí é um estado de múltiplas riquezas, que vão desde o seu povo à sua cultura e referência em educação e saúde. No campo dos minérios, o Estado vem se destacando como local possuidor de inúmeros materiais.
A Secretaria de Mineração do Piauí, percebendo o potencial exploratório do Estado, tem buscado parcerias com grandes empresas de porte nacional e internacional, para que elas se instalem no Estado, a fim de trazer desenvolvimento para a região. “Cada empresa que se instala no Piauí para exploração de minérios é obrigada a pagar um imposto chamado CFEM, que é a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais. Mais de 60% deste valor é entregue para o município, o que implica em desenvolvimento e melhoria econômica do local, sem contar na geração de empregos diretos e indiretos que sua instalação causa”, explica o coordenador de Mineração, Paulo Lages.
Segundo dados colhidos pela Secretaria, cerca de 90% do minério extraído no Piauí destinam-se à construção civil, ou seja, areia, brita, pedra e argila. Os municípios que se destacam nestes minérios são Picos, Campo Largo, União, Buriti dos Lopes e Nazária. “Praticamente, todas as cidades que ficam ao entorno do rio Parnaíba e Poti têm um grande potencial, principalmente, para material utilizado em cerâmicas”, explica o coordenador.
Outras fontes de energia
Mesmo com grande maioria da exploração destinada à construção civil, o Piauí começa a se destacar também na implantação de fontes de energias renováveis como é o caso da implantação de uma Usina Eólica na região da Chapada do Araripe, que já está em andamento e, ao final, contará com mais de 800 turbinas para produção desta forma de energia.
Outra grande potência do Estado é a energia solar, Paulo Lages explica que uma grande empresa alemã especializada nesta forma de energia está em processo de leilão para instalar a usina na cidade de São João do Piauí. “Estamos torcendo para que dê tudo certo, pois será um grande avanço para o nosso Estado, pois energia solar é um grande potencial no nosso Estado”, finaliza.
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A Secretaria de Mineração do Piauí, percebendo o potencial exploratório do Estado, tem buscado parcerias com grandes empresas de porte nacional e internacional, para que elas se instalem no Estado, a fim de trazer desenvolvimento para a região. “Cada empresa que se instala no Piauí para exploração de minérios é obrigada a pagar um imposto chamado CFEM, que é a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais. Mais de 60% deste valor é entregue para o município, o que implica em desenvolvimento e melhoria econômica do local, sem contar na geração de empregos diretos e indiretos que sua instalação causa”, explica o coordenador de Mineração, Paulo Lages.
Segundo dados colhidos pela Secretaria, cerca de 90% do minério extraído no Piauí destinam-se à construção civil, ou seja, areia, brita, pedra e argila. Os municípios que se destacam nestes minérios são Picos, Campo Largo, União, Buriti dos Lopes e Nazária. “Praticamente, todas as cidades que ficam ao entorno do rio Parnaíba e Poti têm um grande potencial, principalmente, para material utilizado em cerâmicas”, explica o coordenador.
Outras fontes de energia
Mesmo com grande maioria da exploração destinada à construção civil, o Piauí começa a se destacar também na implantação de fontes de energias renováveis como é o caso da implantação de uma Usina Eólica na região da Chapada do Araripe, que já está em andamento e, ao final, contará com mais de 800 turbinas para produção desta forma de energia.
Outra grande potência do Estado é a energia solar, Paulo Lages explica que uma grande empresa alemã especializada nesta forma de energia está em processo de leilão para instalar a usina na cidade de São João do Piauí. “Estamos torcendo para que dê tudo certo, pois será um grande avanço para o nosso Estado, pois energia solar é um grande potencial no nosso Estado”, finaliza.
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