Pacientes que sofrem com diabetes no Piauí estão há cerca de dois meses sem receber determinados remédios, disponibilizados pela Farmácia de Medicamentos Excepcionais, órgão que atende diabéticos em todo o Estado.
Existe uma lei, aprovada em dezembro de 2014, que diz que o estado do Piauí e seus municípios devem manter, em caráter permanente, a distribuição regular dos remédios necessários para o tratamento dos portadores de diabetes.
De acordo com a presidente da Associação dos Diabéticos do Piauí (Adip), Jeane Melo, é importante que a lei seja obedecida com rigor. “A medicação é o oxigênio do diabético, que muitas vezes não tem condições financeiras de custear seu tratamento”, afirma.
Estudos mostram que, para cada real investido em prevenção e tratamento, o Governo economiza até seis reais com complicações dos casos (atendimentos em hospitais).
O outro lado
Em entrevista ao GP1, o Diretor de Assistência Farmacêutica do Estado, Jean Batista, admitiu a falta dos dois medicamentos, e garantiu que a distribuição será normalizada até dezembro. “Os dois medicamentos estão com processo de aquisição em sua etapa final. Até a próxima semana, voltamos a distribuir o Onglyza, e o Galvus, até o começo do mês”, declarou.
O diretor ressaltou que em 2016, o Estado pretende ampliar a distribuição dos medicamentos nos municípios do Piauí, para que as pessoas não precisem se deslocar à capital a fim de receber as medicações.
Imagem: Divulgação
Farmácia de Medicamentos Excepcionais
A maior reclamação é pela falta de dois medicamentos, o Onglyza de 2,5 e 5 miligramas e o Galvus de 1.000 miligramas, recomendados para pacientes com diabetes tipo dois.
Farmácia de Medicamentos ExcepcionaisExiste uma lei, aprovada em dezembro de 2014, que diz que o estado do Piauí e seus municípios devem manter, em caráter permanente, a distribuição regular dos remédios necessários para o tratamento dos portadores de diabetes.
De acordo com a presidente da Associação dos Diabéticos do Piauí (Adip), Jeane Melo, é importante que a lei seja obedecida com rigor. “A medicação é o oxigênio do diabético, que muitas vezes não tem condições financeiras de custear seu tratamento”, afirma.
Estudos mostram que, para cada real investido em prevenção e tratamento, o Governo economiza até seis reais com complicações dos casos (atendimentos em hospitais).
O outro lado
Em entrevista ao GP1, o Diretor de Assistência Farmacêutica do Estado, Jean Batista, admitiu a falta dos dois medicamentos, e garantiu que a distribuição será normalizada até dezembro. “Os dois medicamentos estão com processo de aquisição em sua etapa final. Até a próxima semana, voltamos a distribuir o Onglyza, e o Galvus, até o começo do mês”, declarou.
O diretor ressaltou que em 2016, o Estado pretende ampliar a distribuição dos medicamentos nos municípios do Piauí, para que as pessoas não precisem se deslocar à capital a fim de receber as medicações.
Ver todos os comentários | 0 |