A assessoria da maternidade Evangelina Rosa informou neste sábado (12) que a grávida Sheila Veras Cunha, 33 anos, morta na última quinta-feira (10) após espera da retirada de um bebê morto em sua barriga, foi vítima de uma apendicite durante o parto.
Segundo a assessoria, o Dr José Araújo Brito, diretor-geral da maternidade, repassou a informação de que o procedimento médico padrão nos casos em que o bebê está morto dentro da barriga da mãe, é realizar parto normal e não cesário, como pediu a família de Sheila.
Ainda de acordo com a assessoria, a apendicite foi descoberta após o procedimento de parto, depois que a mãe estava morta. Sheila Veras já estava com nove meses de gestação, a espera de um menino e recebeu a informação de que o bebê estava morto na segunda-feira (07).
Segundo a assessoria, o Dr José Araújo Brito, diretor-geral da maternidade, repassou a informação de que o procedimento médico padrão nos casos em que o bebê está morto dentro da barriga da mãe, é realizar parto normal e não cesário, como pediu a família de Sheila.
Ainda de acordo com a assessoria, a apendicite foi descoberta após o procedimento de parto, depois que a mãe estava morta. Sheila Veras já estava com nove meses de gestação, a espera de um menino e recebeu a informação de que o bebê estava morto na segunda-feira (07).
Ver todos os comentários | 0 |