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Urbanitários paralisam atividades em protesto contra projeto que regulamenta as terceirizações

A paralisação do urbanitários está marcada para a próxima quarta-feira (15), quando os servidores se reunirão em frente à sede da Agespisa, a partir das 7 da manhã.

Os servidores da Agespisa, Chesf e Eletrobras decidiram aderir ao movimento nacional, organizado pela CUT e por centrais sindicais, de paralisação em protesto ao Projeto de Lei que regulamenta as terceirizações. A decisão foi tomada em assembleia geral ocorrida na última segunda-feira (13).

“Quando você permite que mais de 40 milhões de trabalhadores migrem para um contrato precarizado, você afeta a contribuição ao FGTS (Fundo de Garantia), à Previdência Social, Receita Fiscal do país e impacto no SUS (Sistema Único de Saúde), já que os terceirizados são as maiores vítimas das doenças ocupacionais e de óbitos no ambiente de trabalho”, diz Francisco Ferreira, presidente do Sindicato dos Urbanitários.

A paralisação do urbanitários está marcada para a próxima quarta-feira (15), quando os servidores se reunirão em frente à sede da Agespisa, a partir das 7 da manhã.

Na oportunidade, os servidores da Agespisa irão protestar contra o projeto de criação do Instituto de Águas do Piauí e extinção da autarquia, proposta pela reforma administrativa enviada à Assembleia Legislativa. A princípio, a paralisação vai durar 24 horas, mas os servidores não descartam uma greve.

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