O Sindicato dos Delegados da Polícia Civil do Piauí (Sindepol) anunciou neste sábado (16) a paralisação dos serviços a partir do dia 25 de maio. A paralisação atingirá as Delegacias de Teresina e interior do Estado, além da Central de Flagrantes. A decisão foi tomada durante Assembleia que aconteceu na última sexta-feira (15), por unanimidade.
A presidente do Sindepol, Andrea Magalhães, em entrevista ao GP1, afirmou que a categoria reivindica melhorias na qualidade de trabalho e reajustes nos moldes fixados em lei e ausência de promoções.
A presidente denuncia problemas como acumulações sem base legal, sucateamento da Polícia Judiciária, falta de efetivos para atender a população e a falta de modernização da Polícia Civil.
“São apenas 30 delegados para atender a população. A gente já está vivendo no fundo do poço, não tem como trabalhar dessa forma. Já houve negociações com o governo, mas nada que pedimos foram atendidos a situação só piorou ”, disse.
Confira abaixo o comunicado divulgado pelo Sindepol
Os Delegados da Polícia Civil do Estado do Piauí decidiram, por unanimidade, em assembleia realizada na noite dessa sexta-feira, paralisar as atividades, a partir do dia 25 de maio, por tempo indeterminado.
Será a primeira paralisação dos delegados na história do Piauí e irá atingir as delegacias do interior, capital e também a central de flagrantes de Teresina.
Os delegados reivindicam o cumprimento da parcela do reajuste nos moldes fixados em lei, ausência de promoções da categoria, que não acontecem há dois anos, acumulações sem base legal, sucateamento da polícia judiciária, efetivo insuficiente para atender dignamente a população, e a modernização da polícia civil.
O Sindicato dos Delegados informa que tentou, insistentemente, negociar com o governo mas não houve acordo.
O SINDEPOL ressalta que a paralisação reflete a falta de prioridade na segurança pública, por parte do governo.
Por fim, a diretoria do SINDEPOL lamenta e pede compreensão de toda a sociedade do Piauí e anseia que o Estado busque o entendimento.
A diretoria
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A presidente do Sindepol, Andrea Magalhães, em entrevista ao GP1, afirmou que a categoria reivindica melhorias na qualidade de trabalho e reajustes nos moldes fixados em lei e ausência de promoções.
Imagem: Pedro Santiago
Andréa Magalhães, presidente do SINDEPOL
“A situação do atraso de promoções foi só um gatilho para a paralisação. Além disso, a falta de estrutura de trabalho é desumana. Se você for visitar as delegacias de Teresina e do interior, constatará que a falta de estrutura é enorme”, contou.
Andréa Magalhães, presidente do SINDEPOLA presidente denuncia problemas como acumulações sem base legal, sucateamento da Polícia Judiciária, falta de efetivos para atender a população e a falta de modernização da Polícia Civil.
“São apenas 30 delegados para atender a população. A gente já está vivendo no fundo do poço, não tem como trabalhar dessa forma. Já houve negociações com o governo, mas nada que pedimos foram atendidos a situação só piorou ”, disse.
Confira abaixo o comunicado divulgado pelo Sindepol
Os Delegados da Polícia Civil do Estado do Piauí decidiram, por unanimidade, em assembleia realizada na noite dessa sexta-feira, paralisar as atividades, a partir do dia 25 de maio, por tempo indeterminado.
Será a primeira paralisação dos delegados na história do Piauí e irá atingir as delegacias do interior, capital e também a central de flagrantes de Teresina.
Os delegados reivindicam o cumprimento da parcela do reajuste nos moldes fixados em lei, ausência de promoções da categoria, que não acontecem há dois anos, acumulações sem base legal, sucateamento da polícia judiciária, efetivo insuficiente para atender dignamente a população, e a modernização da polícia civil.
O Sindicato dos Delegados informa que tentou, insistentemente, negociar com o governo mas não houve acordo.
O SINDEPOL ressalta que a paralisação reflete a falta de prioridade na segurança pública, por parte do governo.
Por fim, a diretoria do SINDEPOL lamenta e pede compreensão de toda a sociedade do Piauí e anseia que o Estado busque o entendimento.
A diretoria
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