O prefeito de Campo Maior, Paulo Martins (PT) falou que foi um dos que apoiou a ida da casa de detenção para Campo Maior porque acredita que os presos do município devem cumprir sua pena próximo de suas famílias.
Outro fator elencado pelo gestor é de que a delegacia de Campo Maior além de não possuir estrutura não tem a função de custodiar presos. “Essa ideia surgiu ainda quando era deputado estadual. Na mesma época fizemos um projeto reservando 5% das vagas nas empresas que fazem obras do estado para presidiários poderem trabalhar e assim serem incluídos novamente na sociedade”, lembrou.
O prefeito teve sua fala reforçada pelo chefe de cartório e ex-delegado de Campo Maior, Baker Martins. “Temos uma estrutura precária e a polícia civil não é para custodiar presos. Nossa função é investigar, mas muitas vezes deixamos de cumprir nosso papel para ficar vigiando preso”, disse Baker afirmando que a própria polícia civil tem feito gasto de até 2 mil reais de combustível mensalmente só com transferência de preso.
De acordo com o Secretário de Justiça, toda sociedade deve ter escola, hospitais, segurança e entre vários outros serviços públicos está um local adequado para que as pessoas apenadas possam pagar pelos crimes que cometeram próximo de suas famílias.
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Outro fator elencado pelo gestor é de que a delegacia de Campo Maior além de não possuir estrutura não tem a função de custodiar presos. “Essa ideia surgiu ainda quando era deputado estadual. Na mesma época fizemos um projeto reservando 5% das vagas nas empresas que fazem obras do estado para presidiários poderem trabalhar e assim serem incluídos novamente na sociedade”, lembrou.
Imagem: Divulgação
Prefeito diz que Casa de Detenção é de extrema necessidade para Campo Maior
O gestor disse ainda que o Conselho Nacional de Justiça já lhe procurou para que seja instalado na casa de detenção de Campo Maior um modelo de ressocialização que já é implementado em Curitiba. Paulo Martins ainda destacou que a casa de detenção deverá gerar economia e empregos em Campo Maior.
Prefeito diz que Casa de Detenção é de extrema necessidade para Campo MaiorO prefeito teve sua fala reforçada pelo chefe de cartório e ex-delegado de Campo Maior, Baker Martins. “Temos uma estrutura precária e a polícia civil não é para custodiar presos. Nossa função é investigar, mas muitas vezes deixamos de cumprir nosso papel para ficar vigiando preso”, disse Baker afirmando que a própria polícia civil tem feito gasto de até 2 mil reais de combustível mensalmente só com transferência de preso.
Imagem: Divulgação
Paulo Martins
O promotor de justiça, Claudio Bastos, revelou que teve conhecimento que existem famílias que se desfazem de seus poucos bens materiais para ir visitar parentes presos em presídios de outros municípios que ficam bem distantes de Campo Maior.
Paulo MartinsDe acordo com o Secretário de Justiça, toda sociedade deve ter escola, hospitais, segurança e entre vários outros serviços públicos está um local adequado para que as pessoas apenadas possam pagar pelos crimes que cometeram próximo de suas famílias.
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