O GP1 recebeu a denúncia de moradores do bairro Primavera, que menores infratores do sistema semiliberdade, mantido pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania do Estado do Piauí (SASC), estão fugindo do prédio durante a semana para realizar pequenos furtos e roubos na região e em seguida retornam para o sistema.
A reportagem esteve em uma lavanderia pública por onde os menores têm acesso à parte externa. De acordo com uma moradora, que não quis se identificar, os menores retiram as telhas do teto e descem por uma árvore localizada no terreno da lavanderia. “Eles fazem isso durante o dia e depois retornam à noite. Às vezes, no final da tarde, eles aproveitam que o sol está baixo e ficam fumando no telhado”, relatou a moradora ao GP1.
Outro lado
De acordo com a Direção da Unidade de Atendimento Socioeducativa, a atual estrutura do prédio precisa de reforma, mas o Estado ainda não possui condições para realizá-la. “Nós herdamos aquela estrutura. O secretário já fez um levantamento e já pediu ao governador para que ele consiga verba para a reforma. Nós estamos dando prioridade ao CEM e tão logo a gente consiga fazer o paliativo no CEM a gente vai passar para o sistema semiliberdade”, comentou o diretor Ancelmo Portela.
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Imagem: Lucas Dias/GP1
Semiliberdade Sasc
São jovens de 16 a 18 anos que estão no final da pena e ficam de segunda a sexta na unidade e têm a semiliberdade durante os fins de semana.
Semiliberdade SascA reportagem esteve em uma lavanderia pública por onde os menores têm acesso à parte externa. De acordo com uma moradora, que não quis se identificar, os menores retiram as telhas do teto e descem por uma árvore localizada no terreno da lavanderia. “Eles fazem isso durante o dia e depois retornam à noite. Às vezes, no final da tarde, eles aproveitam que o sol está baixo e ficam fumando no telhado”, relatou a moradora ao GP1.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Teto comprometido
Teto comprometidoImagem: Lucas Dias/GP1
Árvore utilizada pelos infratores
Quem trabalha na lavanderia afirma que, apesar de os menores utilizarem o terreno como rota de fuga, eles não ameaçam os trabalhadores. “A gente fica olhando eles daqui. Eles não mexem com a gente e nós não mexemos com eles”, comentou uma idosa que preferiu não ser identificada.
Árvore utilizada pelos infratoresImagem: Lucas Dias/GP1
Saída da lavanderia
Saída da lavanderiaOutro lado
De acordo com a Direção da Unidade de Atendimento Socioeducativa, a atual estrutura do prédio precisa de reforma, mas o Estado ainda não possui condições para realizá-la. “Nós herdamos aquela estrutura. O secretário já fez um levantamento e já pediu ao governador para que ele consiga verba para a reforma. Nós estamos dando prioridade ao CEM e tão logo a gente consiga fazer o paliativo no CEM a gente vai passar para o sistema semiliberdade”, comentou o diretor Ancelmo Portela.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Ancelmo Portela
A respeito da denúncia dos moradores, o diretor afirmou que vai iniciar uma investigação para identificar se os internos estão cometendo crimes na região. “Essa parte do teto que está quebrada será fechada, mas nós vamos entrar em contato com o reservado da Polícia Militar para saber se realmente está ocorrendo esses crimes, caso seja positivo, nós vamos identificar os culpados e informar em juízo”, ressaltou o diretor.
Ancelmo PortelaImagem: Lucas Dias/GP1
Diretor Ancelmo Portela
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Brunno Suênio
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