A travesti Flávia Morais morreu nesta segunda-feira (14), após suspeita de aplicação de silicone industrial em Teresina. Flávia teria apresentado reação ao produto sofrendo uma embolia pulmonar, onde a substância ao ser injetada migra para o pulmão evitando a oxigenação do sangue.
De acordo com o coordenador do Centro de Referência LGBT, Vitor Koslovisk, essa é uma prática comuns entre as travestis para melhorar a aparência.
Segundo o cirurgião plástico Pascoal Pinheiro, a aplicação do produto é feita por qualquer pessoa. Além disso, a substância pode ser usada de forma pura ou misturada a óleos industriais ou vegetais “É um caso de polícia, porque esses procedimentos são feitos por pessoas inabilitadas e não por um médico”, relatou.
Flávia Montalban, como era conhecida, já foi coroada Rainha do Carnaval Gay de Teresina por três vezes, a última delas em 2013.
De acordo com o coordenador do Centro de Referência LGBT, Vitor Koslovisk, essa é uma prática comuns entre as travestis para melhorar a aparência.
Imagem: Reprodução/Facebook
Travesti Flávia Morais
“É um hábito comum entre elas, para aumentar a autoestima, já que muitas delas não têm até mesmo acesso ao mercado de trabalho. Mas é importante que o uso desse material seja observado com cuidado pelo serviço de saúde, claro que se a pessoa necessitar fazer, a responsabilidade é dela”, disse.
Travesti Flávia MoraisSegundo o cirurgião plástico Pascoal Pinheiro, a aplicação do produto é feita por qualquer pessoa. Além disso, a substância pode ser usada de forma pura ou misturada a óleos industriais ou vegetais “É um caso de polícia, porque esses procedimentos são feitos por pessoas inabilitadas e não por um médico”, relatou.
Flávia Montalban, como era conhecida, já foi coroada Rainha do Carnaval Gay de Teresina por três vezes, a última delas em 2013.
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