Os trabalhadores dos estabelecimentos do sistema estadual de Saúde do Piauí deflagraram greve geral por tempo indeterminado em todo o Estado, na próxima quinta-feira (18), após assembleia realizada, nesta segunda-feira (15). A classe se junta aos enfermeiros do Estado, que também estão com as atividades paralisadas.
De acordo com Edna Martins, presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do Piauí (Sindespi), a categoria reivindica o reajuste salarial, a implantação de planos de carreira e o retorno do adicional de insalubridade, cortado pela Secretaria de Administração.
Para a Edna Martins, a reunião não impedirá o início da greve, que teve grande adesão na assembleia. “O Governo diz que dialoga, mas realiza essas reuniões apenas para tentar ganhar tempo. Independente do que for apresentado hoje, a categoria vai parar em todo o Estado”, declara a presidente do Sindespi. Será mantido apenas 30% do quadro de trabalhadores, dos setores essenciais.
De acordo com Edna Martins, presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do Piauí (Sindespi), a categoria reivindica o reajuste salarial, a implantação de planos de carreira e o retorno do adicional de insalubridade, cortado pela Secretaria de Administração.
Imagem: Brunno Suênio/GP1
Edna Martins
Os servidores se reunirão na tarde desta terça-feira (16) na sede da OAB com o secretário de Administração do Estado do Piauí, Franzé Silva, onde será discutida a pauta da reposição do adicional de insalubridade.
Edna MartinsPara a Edna Martins, a reunião não impedirá o início da greve, que teve grande adesão na assembleia. “O Governo diz que dialoga, mas realiza essas reuniões apenas para tentar ganhar tempo. Independente do que for apresentado hoje, a categoria vai parar em todo o Estado”, declara a presidente do Sindespi. Será mantido apenas 30% do quadro de trabalhadores, dos setores essenciais.
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