Um decreto baixado pelo prefeito de Picos, Padre Walmir, que entrou em vigor na última quinta-feira (18), delimita os pontos de estacionamento dos transportes alternativos e escolares, impedindo os veículos de acessarem as principais avenidas da cidade.
Desta maneira, as vans estão impedidas de circular na Avenida Getúlio Vargas e nas ruas Coelho Rodrigues, Santo Antônio, São José, e parte da Avenida Nossa Senhora de Fátima.
De acordo com Edimar Lima, vice-presidente da Cooperativa de Condutores Autônomos de Veículos de Passageiros da Macrorregião de Picos (Coocavepi), a medida tem prejudicado a mobilidade na cidade. “Nós transportamos pessoas de cinquenta e quatro municípios e povoados da região de Picos, que vem todos os dias, seja para trabalhar, estudar, ou para atendimento médico, e essas vias abrangem grande parte do comércio, das escolas e de clínicas e hospitais”, explicou.
O vice-presidente garantiu que a preocupação não parte apenas da Cooperativa, mas de toda a população. Ele informou ainda que a categoria acionou o Ministério Público e um advogado, com o objetivo de derrubar o decreto. “Queremos uma audiência com o prefeito, que decretou a medida de maneira autoritária, sem dialogar. Na próxima quinta-feira (25) faremos uma passeata em direção à prefeitura, para que ele nos receba”, declarou.
Outro lado
O GP1 entrou em contato com o prefeito Padre Walmir, que garantiu que a medida foi tomada após intenso diálogo. “Não negamos a importância dos transportes alternativos, nem desprezamos as pessoas que vem todos os dias para Picos, essa medida veio justamente para organizar e melhorar a mobilidade urbana da cidade, tanto, que as pessoas que foram contrárias a princípio, hoje compreendem que a mudança veio para melhorar as condições do nosso trânsito”, pontuou.
Desta maneira, as vans estão impedidas de circular na Avenida Getúlio Vargas e nas ruas Coelho Rodrigues, Santo Antônio, São José, e parte da Avenida Nossa Senhora de Fátima.
De acordo com Edimar Lima, vice-presidente da Cooperativa de Condutores Autônomos de Veículos de Passageiros da Macrorregião de Picos (Coocavepi), a medida tem prejudicado a mobilidade na cidade. “Nós transportamos pessoas de cinquenta e quatro municípios e povoados da região de Picos, que vem todos os dias, seja para trabalhar, estudar, ou para atendimento médico, e essas vias abrangem grande parte do comércio, das escolas e de clínicas e hospitais”, explicou.
Imagem: José Maria Barros/GP1
Padre Walmir garante que nome do seu vice ainda não foi definido
Edimar Lima afirmou que as vans escolares a princípio também foram proibidas de passar pelas referidas vias, mas em seguida foram liberadas, diante do transtorno causado.
Padre Walmir garante que nome do seu vice ainda não foi definidoO vice-presidente garantiu que a preocupação não parte apenas da Cooperativa, mas de toda a população. Ele informou ainda que a categoria acionou o Ministério Público e um advogado, com o objetivo de derrubar o decreto. “Queremos uma audiência com o prefeito, que decretou a medida de maneira autoritária, sem dialogar. Na próxima quinta-feira (25) faremos uma passeata em direção à prefeitura, para que ele nos receba”, declarou.
Outro lado
O GP1 entrou em contato com o prefeito Padre Walmir, que garantiu que a medida foi tomada após intenso diálogo. “Não negamos a importância dos transportes alternativos, nem desprezamos as pessoas que vem todos os dias para Picos, essa medida veio justamente para organizar e melhorar a mobilidade urbana da cidade, tanto, que as pessoas que foram contrárias a princípio, hoje compreendem que a mudança veio para melhorar as condições do nosso trânsito”, pontuou.
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