Um bebê de 10 meses de idade deu entrada no Hospital do Monte Castelo, na zona sul de Teresina, com marcas de queimaduras de cigarro e outros sinais de maus tratos pelo corpo. A pediatra que atendeu a criança acionou o Conselho Tutelar de Teresina, que posteriormente, entrou em contato com a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) que está investigando o caso.
A criança, que é do sexo masculino, além das queimaduras, apresentou muitas assaduras nas partes intimas o que levou os médicos a crerem que a mesma também havia sido abusada sexualmente. Porém, esta hipótese foi rejeitada pelo Instituto Médico Legal (IML), através de laudo pericial. Segundo o conselheiro Djan Moreira, o bebê se encontra muito fragilizada.
“A mãe e a avó levaram o bebê para o Hospital, a médica o examinou receitou alguns medicamentos e as liberaram. Mas de acordo com a situação grave a qual se encontrava a criança, a doutora entrou em contato com o Conselho e fomos até a casa da família do menino. Conversamos com a mãe e a avó dele, e depois o levamos ao IML, onde ficaram constatadas as sugestivas marcas de cigarro no corpo do bebê, além de outros sinais de maus tratos” disse ao GP1.
O conselheiro ressaltou que a criança está sob os cuidados de profissionais em uma a casa de acolhimento de crianças vitimas de maus tratos. “Os cuidadores ficaram assustados com a situação da criança. Agora ele está em um abrigo, e somente ao final das investigações ele deverá, ou não, retornar para os familiares que ainda estão sendo ouvidos pela polícia”, pontuou.
Djan Moreira fez ainda um apelo à população para que denuncie casos de violência contras crianças e adolescentes. “Pedimos para as pessoas que saibam de casos como esse, que denunciem ao Conselho Tutelar, para que possamos intervir nessas agressões e evitemos tragédias”, concluiu.
A criança, que é do sexo masculino, além das queimaduras, apresentou muitas assaduras nas partes intimas o que levou os médicos a crerem que a mesma também havia sido abusada sexualmente. Porém, esta hipótese foi rejeitada pelo Instituto Médico Legal (IML), através de laudo pericial. Segundo o conselheiro Djan Moreira, o bebê se encontra muito fragilizada.
“A mãe e a avó levaram o bebê para o Hospital, a médica o examinou receitou alguns medicamentos e as liberaram. Mas de acordo com a situação grave a qual se encontrava a criança, a doutora entrou em contato com o Conselho e fomos até a casa da família do menino. Conversamos com a mãe e a avó dele, e depois o levamos ao IML, onde ficaram constatadas as sugestivas marcas de cigarro no corpo do bebê, além de outros sinais de maus tratos” disse ao GP1.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Conselheiro Tutelar Djan Moreira
A mãe da criança apresentou suspeita de distúrbio mental e a avó do menino sofre de diabetes. “A DPCA que está no comando das investigações para descobrir o autor das agressões contra a criança, ouviu a mãe, a avó e o companheiro da mesma. Outras pessoas deverão ser ouvidas. O menino tem dois irmãos, que aparentemente estavam bem, quando fizemos a visita para sabermos sobre o caso”, afirmou.
Conselheiro Tutelar Djan MoreiraO conselheiro ressaltou que a criança está sob os cuidados de profissionais em uma a casa de acolhimento de crianças vitimas de maus tratos. “Os cuidadores ficaram assustados com a situação da criança. Agora ele está em um abrigo, e somente ao final das investigações ele deverá, ou não, retornar para os familiares que ainda estão sendo ouvidos pela polícia”, pontuou.
Djan Moreira fez ainda um apelo à população para que denuncie casos de violência contras crianças e adolescentes. “Pedimos para as pessoas que saibam de casos como esse, que denunciem ao Conselho Tutelar, para que possamos intervir nessas agressões e evitemos tragédias”, concluiu.
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