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Advogado é acusado de fornecer baterias de celular para detentos

André Bispo foi procurado pelo GP1, mas preferiu não se pronunciar.

O advogado André Bispo foi acusado por um presidiário de adentrar na Casa de Custódia José Ribamar Leite em Teresina e lhe repassar 42 baterias de celular e R$ 300 (trezentos reais), nesta terça-feira (22).

De acordo com o diretor da casa de detenção, Dênio Marinho, agentes penitenciários encontraram o detento com o material e o conduziram à diretoria. “Eu questionei de onde teriam vindo as baterias e o dinheiro e o preso indicou o nome do advogado André Bispo”, afirmou Dênio Marinho.
Imagem: Marcelo BulamarquiAdvogado André Bispo(Imagem:Marcelo Bulamarqui)Advogado André Bispo
O diretor explicou que o caso está sendo investigado pela delegada Rejane Piauilino, do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco).

Outro lado

O GP1 procurou o advogado André Bispo, que preferiu não se pronunciar e pediu que procurássemos o secretário-geral da Associação dos Advogados e Defensores Públicos Criminalistas do Estado do Piauí (AADPCPI), Marcos Nogueira.

Em resposta, Marcos Nogueira defendeu o advogado acusado. “Essa acusação não tem lógica, pois qualquer pessoa que entra na casa de detenção passa por revista e detector de metais, além de toda a movimentação ser registrada pelas câmeras de segurança. Contra o André só existe o depoimento desse detento”, declarou.

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