O Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (Sinpolpi) realizou uma vistoria na Central de Flagrantes de Teresina e constatou uma série de irregularidades no local. A averiguação foi feita na semana passada, após várias denúncias.
O presidente do Sinpolpi, Constantino Júnior, afirma que a situação é degradante e piora a cada dia. “A estrutura está comprometida, há superlotação e o local está insalubre causando risco à saúde dos funcionários. Não existe condições adequadas de trabalho e nem para a permanência dos presos”, contou.
Atualmente, cerca de 50 presos estão detidos na Central de Flagrantes. “Todos os presos que estão lá já deveriam está nas penitenciárias, mas até hoje nenhuma audiência de custódia foi realizada, tem uns com mais de 30 dias. Inclusive tem um preso da Justiça do Maranhão que está custodiado lá de forma incorreta”, complementou.
A classe da Polícia Civil vai se reunir amanhã em Assembleia Geral para decidirem se vão deflagrar greve. O encontro será na Central de Artesanato Mestre Dezinho, no centro da capital, a partir das 10h.
O presidente do Sinpolpi, Constantino Júnior, afirma que a situação é degradante e piora a cada dia. “A estrutura está comprometida, há superlotação e o local está insalubre causando risco à saúde dos funcionários. Não existe condições adequadas de trabalho e nem para a permanência dos presos”, contou.
Imagem: Divulgação/ Sinpolpi
Mancha de sangue em dormitório
Além disso, foi averiguado o desvio de funções. “Há servidores terceirizados trabalhando na Central, enquanto agentes policiais realizam outras atividades”, declarou.
Mancha de sangue em dormitórioAtualmente, cerca de 50 presos estão detidos na Central de Flagrantes. “Todos os presos que estão lá já deveriam está nas penitenciárias, mas até hoje nenhuma audiência de custódia foi realizada, tem uns com mais de 30 dias. Inclusive tem um preso da Justiça do Maranhão que está custodiado lá de forma incorreta”, complementou.
Imagem: Divulgação/ Sinpolpi
Estrutura inadequada na Central de Flagrantes
A audiência de Custódia é oriunda de um projeto lançado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2015. O julgamento é feito em casos de uma prisão em flagrante onde o acusado deve ser apresentado ao juiz competente em até 24 horas após a prisão, para então ser decidido a conversão da prisão para preventiva ou adoção de medida cautelar.
Estrutura inadequada na Central de FlagrantesA classe da Polícia Civil vai se reunir amanhã em Assembleia Geral para decidirem se vão deflagrar greve. O encontro será na Central de Artesanato Mestre Dezinho, no centro da capital, a partir das 10h.
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