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Tribunal de Justiça do Piauí planeja aumentar produtividade em 30%

O Conselheiro piauiense Norberto Campelo, que integra a Comissão de Sustentabilidade do CNJ e que acompanha de perto os relatórios sobre a produtividade dos tribunais elogiou os avanços no Pi

O Tribunal de Justiça do Piauí planeja elevar em mais de 30% os números do Tribunal no relatório ‘CNJ em Números’, elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com as ações recentes de planejamento estratégico e tecnologia do órgão. 

O Conselheiro piauiense Norberto Campelo, que integra a Comissão de Sustentabilidade do órgão nacional e que acompanha de perto os relatórios sobre a produtividade dos tribunais de todo o país, elogiou o avanço no Piauí. “Na meta de julgar mais processos ultrapassamos a marca dos 80%, a produtividade dos juízes aumentou em mais de 30%. Nós estávamos com os juízes julgando cerca de 700 processos por ano e passamos agora para 1.008 processos. Nós melhoramos ainda no cumprimento das metas e no IPCjus, que é o índice que mede a eficiência do Tribunal como um todo, envolvendo servidores de 1º grau, 2º grau, também tivemos crescimento, embora, claro,ainda precisemos avançar mais. Mas o índice que mais crescemos foi com relação à produtividade dos juízes. E isso mostra um avanço importante e recoloca o TJ-PI no ranking de todos os tribunais, não sendo mais o último em produtividade. Já ultrapassamos outros tribunais”, destaca o Conselheiro Norberto Campelo. 

  • Foto: Lucas Dias/GP1Tribunal de Justiça do PiauíTribunal de Justiça do Piauí

A declaração do conselheiro foi dada durante sua palestra sobre ’Responsabilidade Socioambiental para Eficiência no Poder Judiciário: A efetividade da Resolução do CNJ nº 201/2015’, no seminário ’Encontro Judiciário Piauiense Sustentável’, que acontece no TJ-PI.

Norberto ressaltou também que este progresso tem relação direta com as recentes medidas adotadas pelo Presidente Erivan Lopes, como a agregação das Comarcas, e outras de cunho administrativo que prezam pela celeridade na prestação jurisdicional.
“Aqui no TJ-PI tenho visto o esforço dos gestores. São medidas inovadoras que são adotadas e que fazem a mudança. Neste processo são necessárias mudanças drásticas de comportamento e que já são adotadas em outros tribunais”, avalia o Conselheiro Norberto Campelo.

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