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Rio Poti invade ruas no Água Mineral e moradores deixam suas casas

Quadras de esportes e alguns campos já foram atingidos pelas águas do Rio Poti nessa região, mas ainda não há registros de casas alagadas.

Hélio Alef/GP1 Banco coberto no bairro Água Mineral Banco coberto no bairro Água Mineral
Hélio Alef/GP1 Rio Poti invade ruas em Teresina Rio Poti invade ruas em Teresina
Hélio Alef/GP1 Carro passa com dificuldade no bairro Água Mineral Carro passa com dificuldade no bairro Água Mineral
Hélio Alef/GP1 Ruas estão sendo invadidas pelas águas do Rio Poti Ruas estão sendo invadidas pelas águas do Rio Poti
Hélio Alef/GP1 Vereador Valdemir Virgílio Vereador Valdemir Virgílio
Hélio Alef/GP1 Famílias estão deixando suas casas no bairro Água Mineral Famílias estão deixando suas casas no bairro Água Mineral
Hélio Alef/GP1 Rua alagada na zona norte de Teresina Rua alagada na zona norte de Teresina
Lucas Dias/GP1 Mãe e filha tentam atravessar rua alagada na zona norte de Teresina Mãe e filha tentam atravessar rua alagada na zona norte de Teresina
Lucas Dias/GP1 Moradores começam a sair de casas Moradores começam a sair de casas
Lucas Dias/GP1 Moradores do bairro Água Mineral Moradores do bairro Água Mineral
Lucas Dias/GP1 Casas e ruas alagadas no Risoleta Neves Casas e ruas alagadas no Risoleta Neves
Lucas Dias/GP1 Rua alagada pelo Rio Poti Rua alagada pelo Rio Poti
Banco coberto no bairro Água Mineral
Rio Poti invade ruas em Teresina
Carro passa com dificuldade no bairro Água Mineral
Ruas estão sendo invadidas pelas águas do Rio Poti
Vereador Valdemir Virgílio
Famílias estão deixando suas casas no bairro Água Mineral
Rua alagada na zona norte de Teresina
Mãe e filha tentam atravessar rua alagada na zona norte de Teresina
Moradores começam a sair de casas
Moradores do bairro Água Mineral
Casas e ruas alagadas no Risoleta Neves
Rua alagada pelo Rio Poti

Moradores do bairro Água Mineral e do Conjunto Risoleta Neves, localizados na zona norte de Teresina, deixaram suas casas na noite dessa sexta-feira (05) temendo que os imóveis fossem tomados pelas águas do Rio Poti, que atingiu a cota máxima de inundação, que é de 10 metros. Apesar de não ter chovido na madrugada deste sábado (06) a Prefeitura de Teresina continua alertando a população ribeirinha para que se antecipe e não resista em deixar os locais em situação de risco.

De acordo com o major Egídio Leite, do Corpo de Bombeiros do Piauí, as equipes realizaram um monitoramento na Capital desde ontem e os trabalhos seguiram pela madrugada. Quadras de esportes e alguns campos já foram atingidos pelas águas do Rio Poti nessa região, mas ainda não há registros de casas alagadas.

“Eu mesmo fui três vezes à Risoleta Neves, que é onde o rio começou a invadir uma rua. A gente verifica que o nível está subindo lentamente, felizmente. E o fato de estar subindo lentamente, associado a não ter chovido ontem à noite, fez com que nós não tivéssemos nenhum tipo de ocorrência relacionada às chuvas e que as pessoas que desejavam desocupar suas casas fizessem isso de forma mais tranquila. Outro ponto também é no bairro Água Mineral que é colado no Risoleta Neves, na rua que divide os dois bairros os moradores também já estão indo embora porque a água já está na frente das casas”, explicou.

Carro ficou alagado no Rio Poti

Ainda segundo o oficial, houve uma ocorrência em que o Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer o motorista de um carro, que entrou no Rio Poti no prolongamento da Avenida Marechal Castelo Branco, próximo a Ponte Wall Ferraz, na zona sul da Capital. “O motorista acessou por engano aquele prolongamento da Avenida Marechal Castelo Branco e o carro entrou na água. Ele ficou preocupado e acionou o Corpo de Bombeiros. Foi mais uma falta de atenção do condutor do que mesmo da própria enchente. Inclusive, ali não está liberado”, frisou o major Egídio Leite.

Alerta

No início da noite dessa sexta-feira (05), a Prefeitura de Teresina informou que as águas do Rio Poti alcançaram o nível de transbordamento (a cota de inundação) e recomendou que a região das avenidas Raul Lopes e Cajuína fossem evitadas, sobretudo por motoristas, pois a água devia se expandir rumos às pistas, o que acabou não acontecendo.

A prefeitura afirmou também que segue monitorando áreas de risco de alagamentos e que tem um plano para remoção de famílias em regiões com risco iminente de inundações, como a Vila Pantanal.

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