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DENARC apreendeu 1,5 tonelada de maconha durante operação no Sul do Piauí

A operação, em conjunto com a PM, desarticulou uma plantação com mais de 130 mil pés de maconha.

Lucas Dias/GP1 1 / 11 Secretário Chico Lucas e delegado Samuel Silveira, diretor do DENARC Secretário Chico Lucas e delegado Samuel Silveira, diretor do DENARC
Lucas Dias/GP1 2 / 11 Mais de uma tonelada e meia de maconha apreendida Mais de uma tonelada e meia de maconha apreendida
Lucas Dias/GP1 3 / 11 Equipes da polícias Civil e Militar com o secretário de Segurança Pública, Chico Lucas Equipes da polícias Civil e Militar com o secretário de Segurança Pública, Chico Lucas
Lucas Dias/GP1 4 / 11 Droga armazenada em embalagens especiais Droga armazenada em embalagens especiais
Lucas Dias/GP1 5 / 11 Droga apreendida em ação conjunta entre a PM e o DENARC Droga apreendida em ação conjunta entre a PM e o DENARC
Lucas Dias/GP1 6 / 11 Delegado Samuel Silveira Delegado Samuel Silveira
Lucas Dias/GP1 7 / 11 Delegado Anchieta Nery, diretor de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí Delegado Anchieta Nery, diretor de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí
Lucas Dias/GP1 8 / 11 Coronel Scheiwann Scheleiden Lopes, comandante da PM-PI Coronel Scheiwann Scheleiden Lopes, comandante da PM-PI
Lucas Dias/GP1 9 / 11 Secretário de Segurança Pública, Chico Lucas Secretário de Segurança Pública, Chico Lucas
Lucas Dias/GP1 10 / 11 Equipes da polícias Civil e Militar com o secretário de Segurança Pública, Chico Lucas Equipes da polícias Civil e Militar com o secretário de Segurança Pública, Chico Lucas
Lucas Dias/ GP1 11 / 11 Maconha apreendida Maconha apreendida

Mais de uma tonelada e meia de maconha foi apreendida pela Polícia Civil e pela Polícia Militar na última sexta-feira (18), em uma operação realizada na zona rural de Cristino Castro, localizada no Sul do Piauí. De acordo com o Departamento de Repressão ao Narcotráfico (DENARC), a droga seria encaminhada ao Sudeste do Brasil.

A informação foi divulgada durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira (21). Durante a entrevista, o comandante-geral da Polícia Militar do Piauí, coronel Scheiwann Lopes, reforçou que mais de uma tonelada e meia foi apreendida e parte do entorpecente foi incinerada no local. “Mais de uma tonelada e meia foi apreendida e trazida para Teresina para registro, e o restante foi incinerado no próprio local. Mais uma ação exitosa da integração das nossas forças de segurança”, disse.

O comandante detalhou ainda como a operação foi organizada. Segundo ele, a plantação vinha sendo monitorada há mais de 12 dias. “Esse monitoramento começou com a nossa Diretoria de Inteligência, que colheu a informação, aprofundou a investigação e confirmou a localização. De imediato, o Comando-Geral deliberou pela urgência da operação, considerando a fase de colheita e comercialização. Convocamos os comandos especializados, como o BEP, com o tenente-coronel Alves, além do coronel Galvão, chefe do Departamento de Operações. Em seguida, fizemos contato, por meio do DGO, com a Delegacia do DENARC, na pessoa do delegado Samuel, e, em poucas horas, a operação já estava montada”, completou.

Droga seria levada para o Sudeste do país

De acordo com o delegado Samuel Silveira, do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (DENARC), a droga tinha como destino o Sudeste do país. “Essa droga tinha como destino o Sudeste do país. É uma maconha de qualidade elevada dentro da cadeia de produção do tráfico. A forma de embalagem a vácuo visa justamente preservar o cheiro e o conteúdo, para, numa próxima fase, em outro estado, passar pela prensagem e receber a marca criminosa antes de ser distribuída”, explicou.

Ainda segundo Samuel Silveira, os 130 mil pés de maconha foram cultivados com uma grande estrutura organizada por envolvidos ligados a facções de fora do Piauí. A operação causou um prejuízo milionário aos criminosos. “Pelo porte da operação, fica claro que havia grande estrutura por trás — placas solares, tratores, terreno preparado para uma segunda safra. Isso mostra o suporte que esses traficantes tinham na região. Na verdade, os envolvidos têm ligações com estados vizinhos e facções de fora. Não se trata de uma célula do Piauí, mas de um braço operacional de organizações de outros estados que vieram produzir aqui”, completou.

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