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Polícia

Suspeito de matar namorado da ex-mulher se apresenta ao DHPP em Teresina

O crime ocorreu no dia 18 de fevereiro e deixou Bruno Lima da Silva, de 21 anos, morto.

João Pedro da Silva, de 21 anos, suspeito de matar a facadas o namorado da ex-companheira no Residencial Mário Covas, na zona sul de Teresina, se apresentou ao Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) no último sábado (21). O crime ocorreu no dia 18 de fevereiro e deixou Bruno Lima da Silva, também de 21 anos, morto.

Segundo o delegado Danúbio Dias, responsável pela investigação, o suspeito alegou que foi até a residência da ex-companheira para visitar a filha e, ao encontrar Bruno Lima no local, teria sido tomado por ciúmes, o que deu início à discussão que antecedeu o crime.

Foto: ReproduçãoBruno Lima dos Santos e João Pedro da Silva Santos
Bruno Lima dos Santos e João Pedro da Silva Santos

“Ele alegou que foi ver a filha por volta das 23h sem avisar a ex-companheira e quando chegou notou que havia um homem dentro da casa, disse que foi tomado de ciúme, invadiu a residência, encontrou a vítima em um dos quartos, começou a brigar com ela. Durante a briga a filha dele de 1 ano e 4 meses chegou a ser ferida, e ele ao ver a filha ferida, alega que perdeu completamente a razão, pegou uma faca e veio a esfaquear a vítima já fora da residência, a vítima pulou o muro e ele foi atrás, e na rua ele conseguiu esfaqueá-la”, afirmou a autoridade policial.

Pedido de prisão

O delegado Danúbio Dias explicou que João Pedro não foi preso porque não havia mais situação de flagrante nem mandado de prisão em aberto. Ele ressaltou, no entanto, que a Polícia Civil vai protocolar pedido de prisão preventiva, por entender que há elementos suficientes para que o investigado responda ao processo criminal detido.

“Não havia mandado de prisão expedido e nem foi preso em flagrante, mas isso não significa que ele vá responder ao processo em liberdade. O DHPP entende que, neste caso específico, há motivos para que ele responda preso. Vamos formalizar o pedido e caberá ao Judiciário decidir se ele responderá em liberdade ou não”, afirmou o delegado.

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