Teve início na manhã desta terça-feira (01) o velório do policial civil da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), João Pedro Marquini, morto a tiros na noite do último domingo, 30 de março, durante um ataque de bandidos ao veículo que ele conduzia e ao carro da juíza criminal Tula de Mello, com quem era casado, e sobreviveu à ação criminosa.
O velório acontece no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, zona oeste do Rio de Janeiro. A esposa, os dois filhos, além de demais familiares e amigos compareceram ao cemitério para entregar as últimas homenagens a Marquini, que tinha 38 anos de idade.
Entenda o caso
O policial civil do CORE, Marquini e a juíza Tula Correa de Mello, sua esposa, se deslocavam em carros separados pela Estrada de Guaratiba, na altura do Túnel da Grota Funda, no domingo (30). Eles haviam acabado de deixar a casa da mãe do policial, em Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro, ocasião em que Marquini conduzia um Renault Sandero e a juíza Tula seguia em um Outlander preto, blindado, que era guiado por seu motorista.
Ao se aproximarem do Túnel da Grota Funda, eles se depararam com o veículo Tiggo 8, atravessado na via. Três criminosos armados anunciaram um assalto e o motorista da juíza engatou a ré. Marquini, por sua vez, reagiu à abordagem e teve o carro crivado por disparos de arma de fogo, que o atingiram no tórax, um dos braços e na perna, tendo morte ainda no local.
O veículo da juíza foi atingido por quatro disparos, que foram contidos pela blindagem. Até o momento, não há informações sobre os suspeitos do crime.
Brunno Suênio
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