A lista de colunistas do GP1 ganha mais um membro: a fisioterapeuta Marcelle Furtado , proprietária da Clínica Restaurar, em Teresina, que estreia na próxima terça-feira (09). Ela passa a compor o time que traz aos leitores informação sobre temas atuais de interesse público. Com publicação toda terça e quinta, a coluna da especialista vai abordar assuntos de relevância para quem tem curiosidade e deseja se manter atualizado sobre assuntos como longevidade, bem-estar, qualidade de vida e atividade física.
Com uma experiência em tratamento de dor, Marcelle Furtado defende que a constância é uma importante ferramenta para transformar a vida e a saúde de seus pacientes. Em sua coluna, a fisioterapeuta busca conscientizar os leitores acerca das pequenas mudanças na rotina, que podem trazer grandes resultados na busca por uma melhor qualidade de vida. “Na coluna a gente vai abordar sobre mitos e verdades, prevenção, longevidade, sobre trabalhar a saúde como algo simples, algo tangível. Entender que saúde não é sorte, é constância. A coluna vai muito além do que eu ensinar alguma coisa, mas sim a você compreender o seu corpo. Hoje estamos cada vez mais parados, sentados, estáticos, e eu quero trazer que pequenas mudanças e constância podem transformar a sua vida e a sua saúde”, declarou a especialista.
Em relação ao tratamento de dores, assunto que pode gerar muitas dúvidas, a profissional explicou que o corpo sinaliza quando precisa de ajuda, e é importante que cada pessoa esteja atenta para buscar a melhor solução para o seu problema. Isso porque, segundo ela, a dor pode estar associada à inúmeras causas, mas que sempre têm uma solução.
“A maior causa de dor é o sedentarismo, relacionado também ao sono, ao controle do stress, e alimentação. A dor não é só mais física, ela é multifatorial, então se a gente não conseguir gerenciar nossa vida moderna e colocar pequenas doses de movimento, dormir melhor, gerenciar esse stress, ficamos cada vez debilitados, suscetíveis à depressão, ansiedade. Com isso, vemos que no Brasil está aumentando cada dia mais os gastos com saúde pública, pelo simples fato da pessoa não conseguir gerenciar a vida moderna com o seu bem-estar”, argumentou Marcelle Furtado.