O Piauí está credenciado para realizar os exames de segunda fase do Teste do Pezinho. A novidade foi comunicada nesta quinta-feira (16) à secretária de Saúde, Lilian Martins, durante reunião com a direção do Laboratório Central do Estado. Os novos exames, que integram o Programa Nacional de Triagem Neonatal, serão ofertados ainda em 2011.
De acordo com Symonara Karina, diretora do Lacen, com a segunda fase do teste do pezinho serão observadas doenças relacionadas a estruturas de hemoglobinas, como a anemia falciforme. A diretora também informou que toda a fase de triagem neonatal realizada pelo Lacen será regulamentada até julho e a meta é manter até quatro mil testes a cada mês.
De acordo com Symonara Karina, o pregão necessário para adquirir os kits utilizados nos exames e que aceleram o resultado foi finalizado essa semana. Segundo ela, cumpridos os prazos de entrega, em menos de um mês o laboratório aumentará as atividades. Entre o material listado para aquisição consta o kit coleta que será enviado aos municípios e, ainda, reagentes e equipamentos.
Para manter a oferta do exame no Estado, a Sesapi supriu a oferta dos kits até a realização do pregão. A secretária Lilian Martins pediu celeridade em todo o processo e reiterou a importância do diagnóstico precoce nos bebês para possibilitar tratamento adequado. “Com a doença identificada logo, o atendimento é iniciado nas primeiras semanas de vida do bebê, evitando mais danos”, disse.
O Lacen atende todos os municípios do Piauí, incluindo a capital. Em média são realizados quatro mil testes do pezinho por mês. O exame detecta eventuais alterações na criança e deve ser realizado no máximo três dias após o nascimento do bebê. O resultado costuma sair em um prazo de até 15 dias.
O Teste do Pezinho é obrigatório por lei em todo o Brasil. O exame permite identificar doenças causadoras de sequelas irreparáveis no desenvolvimento mental e físico da criança, possibilitando que sejam detectadas e tratadas mesmo antes do aparecimento dos sintomas.
De acordo com Symonara Karina, diretora do Lacen, com a segunda fase do teste do pezinho serão observadas doenças relacionadas a estruturas de hemoglobinas, como a anemia falciforme. A diretora também informou que toda a fase de triagem neonatal realizada pelo Lacen será regulamentada até julho e a meta é manter até quatro mil testes a cada mês.
De acordo com Symonara Karina, o pregão necessário para adquirir os kits utilizados nos exames e que aceleram o resultado foi finalizado essa semana. Segundo ela, cumpridos os prazos de entrega, em menos de um mês o laboratório aumentará as atividades. Entre o material listado para aquisição consta o kit coleta que será enviado aos municípios e, ainda, reagentes e equipamentos.
Para manter a oferta do exame no Estado, a Sesapi supriu a oferta dos kits até a realização do pregão. A secretária Lilian Martins pediu celeridade em todo o processo e reiterou a importância do diagnóstico precoce nos bebês para possibilitar tratamento adequado. “Com a doença identificada logo, o atendimento é iniciado nas primeiras semanas de vida do bebê, evitando mais danos”, disse.
O Lacen atende todos os municípios do Piauí, incluindo a capital. Em média são realizados quatro mil testes do pezinho por mês. O exame detecta eventuais alterações na criança e deve ser realizado no máximo três dias após o nascimento do bebê. O resultado costuma sair em um prazo de até 15 dias.
O Teste do Pezinho é obrigatório por lei em todo o Brasil. O exame permite identificar doenças causadoras de sequelas irreparáveis no desenvolvimento mental e físico da criança, possibilitando que sejam detectadas e tratadas mesmo antes do aparecimento dos sintomas.
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