O estado do Piauí realizou, nessa quinta-feira (30), sua primeira captação de fígado. O doador estava internado no Hospital Aliança/Casa Mater. A equipe que realizou o feito inédito é composta pelos médicos Péricles Cerqueira e Wellington Ribeiro. A portaria credenciando os médicos ao Ministério da Saúde, através da Central de Transplantes, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), foi publicada há duas semanas. Segundo dr. Péricles, o órgão foi levado para a cidade de Fortaleza. "O transplante foi feito numa criança entre 12 e 14 anos pela equipe do dr. Huygen. Tivemos a informação que ocorreu tudo dentro da normalidade e o paciente passa bem", disse.
Para Péricles Cerqueira, a captação foi a primeira de muitas. "Com a sensibilização da comunidade as doações só tendem a aumentar", afirma. O próximo passo, segundo o médico, é o credenciamento do restante da equipe para que os transplantes sejam realizados no Piauí. Atualmente, só procedimentos de rim e córnea são feitos no Estado. "Estamos em conversa com a Secretaria da Saúde para que esse próximo passo seja dado. Com a habilitação do restante da equipe e da compra dos equipamentos estaremos aptos a realizar transplantes de fígado aqui", finalizou.
Em maio, a Central de Transplantes montou a Organização de Procura de Órgãos e Tecidos (OPO). Com a OPO, a Central passará a integrar os 29 hospitais de Teresina e mais o Instituto Médico Legal (IML) ganhando assim mais agilidade na busca por doadores. A equipe, composta por um coordenador médico, um coordenador de enfermagem e seis enfermeiros plantonistas fica no Hospital Getúlio Vargas (HGV). O Piauí atualmente possui 600 pessoas que aguardam transplante de rim e córneas. Desde que foi criada, há 11 anos, a Central de Transplantes do Piauí já realizou 1.112 transplantes, sendo que a maioria foi de rins e de córneas. Os transplantes de coração só foram realizados até o ano de 2007.
Para Péricles Cerqueira, a captação foi a primeira de muitas. "Com a sensibilização da comunidade as doações só tendem a aumentar", afirma. O próximo passo, segundo o médico, é o credenciamento do restante da equipe para que os transplantes sejam realizados no Piauí. Atualmente, só procedimentos de rim e córnea são feitos no Estado. "Estamos em conversa com a Secretaria da Saúde para que esse próximo passo seja dado. Com a habilitação do restante da equipe e da compra dos equipamentos estaremos aptos a realizar transplantes de fígado aqui", finalizou.
Em maio, a Central de Transplantes montou a Organização de Procura de Órgãos e Tecidos (OPO). Com a OPO, a Central passará a integrar os 29 hospitais de Teresina e mais o Instituto Médico Legal (IML) ganhando assim mais agilidade na busca por doadores. A equipe, composta por um coordenador médico, um coordenador de enfermagem e seis enfermeiros plantonistas fica no Hospital Getúlio Vargas (HGV). O Piauí atualmente possui 600 pessoas que aguardam transplante de rim e córneas. Desde que foi criada, há 11 anos, a Central de Transplantes do Piauí já realizou 1.112 transplantes, sendo que a maioria foi de rins e de córneas. Os transplantes de coração só foram realizados até o ano de 2007.
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