Trezentos e cinquenta detentos e servidores da Penitenciária Irmão Guido serão alvos, nesta terça (5) e quarta-feira (6), de ações da Prefeitura de Teresina na execução do projeto de prevenção, diagnóstico e tratamento de DST/Aids e hepatites virais. Executora da ação, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) vai trabalhar na sensibilização e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, consultas médicas e imunização com vacinas contra difteria, tétano, hepatite B, dupla viral e febre amarela.
Segundo o presidente da FMS, Pedro Leopoldino, a população carcerária é considerada como de alto risco para infecções relacionadas às condições de confinamento. "É alta a prevalência de HIV, hepatite B e C e outras doenças sexualmente transmissíveis observadas entre os internos, por isso a importância dessa iniciativa e desse trabalho em parceria com o Estado, através do apoio da Secretaria da Justiça e de outros órgãos, além do Lacen (Laboratório Central do Estado), que receberá os exames para diagnóstico", acrescenta o presidente.
Para Pedro Leopoldino, o principal objetivo do projeto, que pode se estender a outros presídios, é pelo menos diminuir a incidência de infecções, considerando que, além do confinamento, outros fatores de risco, como a marginalização social, a dependência de drogas e o baixo nível socioeconômico, contribuem para a alta prevalência dessas infecções. "Não podemos ficar alheios à essa realidade, e a Prefeitura está sempre com disposição redobrada para somar esforços com outras instituições, tanto públicas como particulares, para melhorar o nível de qualidade de saúde da população, principalmente a mais vulnerável", ressalta.
O coordenador de DST/Aids da FMS, Kledson Batista, especifica o que vai ser realizado durante esses dois dias na Penitenciária Irmão Guido: "Os profissionais da saúde vão trabalhar na imunização dos detentos com vacinas contra as principais doenças de alta prevalência nos presídios, sorologia para HIV, sífilis, hepatites B e C, atendimento médico e de enfermagem e encaminhamento para tratamento dessas doenças, caso sejam detectadas, além das informações sobre redução de danos ao uso de drogas lícitas e ilícitas, visando à diminuição dos riscos de infecção por DSTs e Aids".
Segundo o presidente da FMS, Pedro Leopoldino, a população carcerária é considerada como de alto risco para infecções relacionadas às condições de confinamento. "É alta a prevalência de HIV, hepatite B e C e outras doenças sexualmente transmissíveis observadas entre os internos, por isso a importância dessa iniciativa e desse trabalho em parceria com o Estado, através do apoio da Secretaria da Justiça e de outros órgãos, além do Lacen (Laboratório Central do Estado), que receberá os exames para diagnóstico", acrescenta o presidente.
Para Pedro Leopoldino, o principal objetivo do projeto, que pode se estender a outros presídios, é pelo menos diminuir a incidência de infecções, considerando que, além do confinamento, outros fatores de risco, como a marginalização social, a dependência de drogas e o baixo nível socioeconômico, contribuem para a alta prevalência dessas infecções. "Não podemos ficar alheios à essa realidade, e a Prefeitura está sempre com disposição redobrada para somar esforços com outras instituições, tanto públicas como particulares, para melhorar o nível de qualidade de saúde da população, principalmente a mais vulnerável", ressalta.
O coordenador de DST/Aids da FMS, Kledson Batista, especifica o que vai ser realizado durante esses dois dias na Penitenciária Irmão Guido: "Os profissionais da saúde vão trabalhar na imunização dos detentos com vacinas contra as principais doenças de alta prevalência nos presídios, sorologia para HIV, sífilis, hepatites B e C, atendimento médico e de enfermagem e encaminhamento para tratamento dessas doenças, caso sejam detectadas, além das informações sobre redução de danos ao uso de drogas lícitas e ilícitas, visando à diminuição dos riscos de infecção por DSTs e Aids".
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