Segundo Cristiane Leal, coordenadora geral do Samu, o Grupamento Tático Aéreo da Polícia (Getap) se dispôs a ceder um de seus dois helicópteros para a Sesapi, já que estes são pouco utilizados e, mesmo assim, representam um alto custo para sua manutenção. Com isso, a aeronave seria utilizada para o atendimento a pacientes em casos graves, os quais possam estar envolvidos em catástrofes ou acidentes de grandes repercussões.
“Devido o helicóptero não possuir um grande espaço interno, este não será usado para realizar resgates, pois o nosso intuito é realizar o atendimento ainda nos primeiros minutos após o acidente, diminuindo as chances de consequências mais graves ao paciente”, esclarece Cristiane, ao comentar que dentro da aeronave virá um médico, uma enfermeira, o piloto e os equipamentos usados nos primeiros socorros.
O projeto do Samu aéreo encontra-se, atualmente, em fase de elaboração do protocolo. No entanto, quando da sua efetivação garantirá um atendimento mais ágil e de qualidade à população piauiense.
“Nosso território é bastante extenso, daí ser de grande valia um serviço em vias não terrestres”, ressalta Cristiane Leal. De acordo com a coordenadora, assim que acionada a aeronave, simultaneamente uma viatura deve seguir para o local para efetuar o transporte da vítima ao posto de saúde mais próximo.
Contudo, devido o serviço aéreo ser mais dispendioso, alguns critérios de atendimento devem ser estabelecidos, levando em conta, especialmente, a gravidade da ocorrência.
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