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Saúde

Projeto Vida no Trânsito realiza oficina trimestral

Durante a reunião serão apresentados os resultados da análise dos números de acidentes acontecidos no segundo trimestre de 2011.

A Prefeitura de Teresina, através da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans), realiza ontem (04), durante todo o dia, no auditório da Strans, a oficina trimestral do Projeto Vida no Trânsito. Durante a reunião serão apresentados os resultados da análise dos números de acidentes acontecidos no segundo trimestre de 2011.

Participam da oficina os membros da comissão executiva do Projeto Vida no Trânsito, o representante da ONG GRSP (Global Road Safety Partnership), Josè Cardita, e o representante do Ministério da Saúde, Luis Otávio Maciel.

De acordo com a coordenadora do Projeto Vida no Trânsito, Audea Lima, os dados encontrados são preocupantes. "Nessa análise, assim como nos trimestres anteriores, as vítimas fatais continuam sendo do grupo motociclista e os fatores principais de risco são o excesso de velocidade e a conduta inapropriada dos motociclistas e condutores. Esse resultado nos preocupa muito, mas também servirá para nos orientar em nossas ações", afirma.

Na tarde de ontem (03) a equipe se reuniu com o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Luiz Ayrton Santos, na sede do órgão, para avaliar os avanços, as dificuldades e as necessidades de melhoria no processo, em especial no aproveitamento da estratégia de proatividade e parceria, metodologia adotada para o projeto.

As análises são realizadas com a parceria fundamental dos órgãos que têm a fonte de informação: SAMU, FMS, PRF E CIPRTRAN. A partir dessa base são identificados os mortos e feridos graves, através do sistema de mortalidade e do sistema de internação, e depois identificados os fatores de risco e grupos vulneráveis.

"Com base nas análises, todos os órgãos e a própria população pode tomar ciência de quais intervenções específicas precisam ser adotadas para reduzir o número de mortos e feridos graves. Em Teresina temos conseguido reduzir o número total de vítimas, porém, o de mortos ainda é uma desafio", finalizou Audea.


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