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Saúde

Seminário estadual discute promoção da equidade em saúde no Piauí

São esperados gestores e lideranças quilombolas, população negra, segmento LGBT, terreiros, campo e floresta.

Tem início nesta quinta-feira (14), no Diferencial Buffet, na rua Goiás, o I Seminário Estadual sobre Promoção da Equidade em Saúde. O evento, que vai até sexta-feira, é inédito no Piauí e tem como objetivo promover um espaço de discussão e de apropriação dos direitos à saúde e mobilização em defesa do SUS.

São esperados gestores e lideranças quilombolas, população negra, segmento LGBT, terreiros, campo e floresta, de modo a construir um Plano de Ação Estadual para ser desenvolvido no quadriênio 2012-2015.

O seminário será promovido por meio da Diretoria de Unidade de Vigilância e Atenção à Saúde (Duvas) e Diretoria de Unidade de Planejamento (DUP). Serão dois dias de discussões, debates e trabalhos em grupo, envolvendo profissionais de vários órgãos, como o Ministério da Saúde (MS), a Sesapi, a Fundação Municipal de Saúde de Teresina (FMS), Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Conselho Estadual de Saúde (CES/PI), Conselho de Secretários Municipal de Saúde (Cosems/PI), além de Movimentos Sociais.

Além de representantes e técnicos de órgãos da esfera estadual e municipal, o evento trará especialistas de renome nacional para a apresentação de experiências exitosas no Brasil, sobre a equidade. Durante os dois dias de evento o público terá noções de estratégias que visam promover a redução das desigualdades étnico-raciais, além de combater a discriminação de grupos na sociedade e nas instituições e serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a coordenadora estadual de Doenças Transmissíveis (DT), Karina Amorim, que está à frente da coordenação do Seminário, este encontro vai reforçar o esforço coletivo que a Sesapi, junto com o Ministério da Saúde vem colocando em prática para diminuir as desigualdades na área da saúde pública.

“O objetivo é informar sobre a demanda, sensibilizar os gestores municipais e estaduais sobre a importância dos serviços a serem oferecidos sem distinção para, a partir daí, obter, através dos trabalhos em grupos, novas propostas para formulação do plano estadual e, assim, garantir a equidade da saúde, seja da população negra ou de demais segmentos”, finalizou.

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