Visando valorizar a prostituta como profissional e pessoa, aumentar sua auto-estima e prevenir contra Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST"s), a Fundação Municipal de Saúde (FMS), da Prefeitura de Teresina, em parceria com a Associação das Prostitutas do Piauí (APROSPI), realizou nesta segunda-feira (04), uma série de ações para lembrar o Dia Nacional das Prostitutas.
Por meio da coordenação de DST/AIDS, a Fundação Municipal de Saúde disponibilizou um stand com técnicos para orientar sobre as doenças e distribuir preservativos. Além disso, testes de hepatite e Aids, vacinação, emissão de carteira de trabalho estavam disponível para as prostitutas.
De acordo com a presidente da APROSPI, Célia Silva, a valorização profissional e a atenção com a saúde das prostitutas são um dos principais objetivos desta ação. "Atualmente são duas mil prostitutas que atuam no município, mas apenas 600 são cadastradas na APROSPI. Por isso, buscamos o apoio da FMS para desenvolvermos uma maior cobertura das ações de prevenção", explica Célia Silva.
A APROSPI, por intermédio do Mutirão de Saúde das Prostitutas e em parceria com a FMS, realiza a distribuição de preservativos e gel lubrificantes em prostibulos, praças, boates e pontos de prostituição. Além disso, palestras e oficinas sobre uso correto da camisinha e os riscos que as DST"s causam para a saúde são temas de discussão entre médicos, enfermeiros e prostitutas.
O coordenador de DST/AIDS da FMS, Kledson Batista explica que atividades de prevenção e promoção a saúde são importantes para a conscientização do uso da camisinha como instrumento de trabalho. "Médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais formam a equipe multiprofissional que se dirigem até os lugares de trabalho das prostitutas para orientar, acompanhar e prevenir. Assim, elas se sentem valorizadas e respeitadas", enfatiza Kledson Batista.
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De acordo com a presidente da APROSPI, Célia Silva, a valorização profissional e a atenção com a saúde das prostitutas são um dos principais objetivos desta ação. "Atualmente são duas mil prostitutas que atuam no município, mas apenas 600 são cadastradas na APROSPI. Por isso, buscamos o apoio da FMS para desenvolvermos uma maior cobertura das ações de prevenção", explica Célia Silva.
A APROSPI, por intermédio do Mutirão de Saúde das Prostitutas e em parceria com a FMS, realiza a distribuição de preservativos e gel lubrificantes em prostibulos, praças, boates e pontos de prostituição. Além disso, palestras e oficinas sobre uso correto da camisinha e os riscos que as DST"s causam para a saúde são temas de discussão entre médicos, enfermeiros e prostitutas.
O coordenador de DST/AIDS da FMS, Kledson Batista explica que atividades de prevenção e promoção a saúde são importantes para a conscientização do uso da camisinha como instrumento de trabalho. "Médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais formam a equipe multiprofissional que se dirigem até os lugares de trabalho das prostitutas para orientar, acompanhar e prevenir. Assim, elas se sentem valorizadas e respeitadas", enfatiza Kledson Batista.
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