Nesta quinta-feira (28), a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou a criação de um Comitê de Emergência para orientar os países a como lidar com o zika vírus. A primeira reunião está marcada para o dia 1º de fevereiro em Genebra. Dados da organização apontam que 23 países já sofrem com a doença.
Segundo o G1, o diretor de Doenças Comunicáveis e Analise de Saúde da OMS, Marcos Espinal disse que o nível de emergência é considerado alto, pois a epidemia promete se espalhar para fora das Américas. Margaret Chan, diretora-geral da OMS ainda ressaltou que eventos climáticos alimentados pelo El Niño, que levam chuva e calor a áreas mais extensas, vão contribuir para espalhar a doença.
Microcefalia
Margaret Chan declarou que apesar de a presença do vírus ter grande correlação com casos de microcefalia no Brasil, ainda não está totalmente comprovado que um afeta o outro. Para a síndrome de Gullain-Barré, colapso neurológico que pode ser causado pelo vírus, também faltam evidências.
Dinamarca
As autoridades de saúde da Dinamarca confirmaram que um homem que fez viagem ao Brasil e ao México teve o resultado positivo para o vírus zika. O dinamarquês que tem entre 20 e 30 anos, teve febre, dores de cabeça e dor muscular, e se submeteu ao teste na terça-feira (26) no Hospital Universitário de Aarhus.
Os médicos acreditam que o jovem deve se recuperar logo. Lars Ostergaard, médico que está cuidando do caso, disse que não vê risco da doença se espalhar pela Dinamarca. Ainda naõ existe vacina contra doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
Declaração
A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse na segunda-feira (25) que a transmissão do zika vírus deve atingir todo continente americano, com exceção do Canadá e Chile. A organização ressaltou que o mosquito Aedes Aegypti, responsável por transmitir a dengue e chikungunya já está presente em todos os países do continente.
O vírus zika, suspeito de provocar más-formações fetais, já está presente em 21 dos 55 países e territórios das Américas. A OMS explicou que como a população do continente não ficou exposta ao vírus antes do registro de casos no Brasil e como não existe imunidade, esses fatores permitem a propagação da doença com mais rapidez.
Imagem: AFP
Dados da organização apontam 23 países já sofrem com a doença
Dados da organização apontam 23 países já sofrem com a doençaSegundo o G1, o diretor de Doenças Comunicáveis e Analise de Saúde da OMS, Marcos Espinal disse que o nível de emergência é considerado alto, pois a epidemia promete se espalhar para fora das Américas. Margaret Chan, diretora-geral da OMS ainda ressaltou que eventos climáticos alimentados pelo El Niño, que levam chuva e calor a áreas mais extensas, vão contribuir para espalhar a doença.
Microcefalia
Margaret Chan declarou que apesar de a presença do vírus ter grande correlação com casos de microcefalia no Brasil, ainda não está totalmente comprovado que um afeta o outro. Para a síndrome de Gullain-Barré, colapso neurológico que pode ser causado pelo vírus, também faltam evidências.
Dinamarca
As autoridades de saúde da Dinamarca confirmaram que um homem que fez viagem ao Brasil e ao México teve o resultado positivo para o vírus zika. O dinamarquês que tem entre 20 e 30 anos, teve febre, dores de cabeça e dor muscular, e se submeteu ao teste na terça-feira (26) no Hospital Universitário de Aarhus.
Os médicos acreditam que o jovem deve se recuperar logo. Lars Ostergaard, médico que está cuidando do caso, disse que não vê risco da doença se espalhar pela Dinamarca. Ainda naõ existe vacina contra doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
Declaração
A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse na segunda-feira (25) que a transmissão do zika vírus deve atingir todo continente americano, com exceção do Canadá e Chile. A organização ressaltou que o mosquito Aedes Aegypti, responsável por transmitir a dengue e chikungunya já está presente em todos os países do continente.
O vírus zika, suspeito de provocar más-formações fetais, já está presente em 21 dos 55 países e territórios das Américas. A OMS explicou que como a população do continente não ficou exposta ao vírus antes do registro de casos no Brasil e como não existe imunidade, esses fatores permitem a propagação da doença com mais rapidez.
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