A Organização das Nações Unidas (ONU) fez uma alerta mundial sobre a proliferação do vírus Zika, apontando que a maneira mais efetiva de combater a doença seria investir em infraestrutura, em especial nos serviços de saneamento básico.
Nos dias de hoje, de acordo com dados da entidade, a América Latina tem em média cem milhões de pessoas vivendo sem sistema adequado de tratamento de esgoto. Fora isso, 70 milhões não recebem água encanada.
A argumentação da ONU ressaltou que como muitas pessoas não são beneficiadas com serviços adequados de saneamento básico, elas tendem a guardar água de forma propícia à propagação do mosquito Aedes Aegypti – transmissor do zika, dengue e chikungunya.
Em pronunciamento através de nota, o relator especial da ONU para o Direito Humano à Água e ao Saneamento, Léo Heller, afirmou que “enquanto o mundo procura soluções de alta tecnologia para combater o vírus Zika, não se pode esquecer o péssimo estado do acesso à água e ao esgotamento sanitário para as populações desfavorecidas”.
Imagem: Wikipedia
Ausência de saneamento básico
Ausência de saneamento básicoNos dias de hoje, de acordo com dados da entidade, a América Latina tem em média cem milhões de pessoas vivendo sem sistema adequado de tratamento de esgoto. Fora isso, 70 milhões não recebem água encanada.
A argumentação da ONU ressaltou que como muitas pessoas não são beneficiadas com serviços adequados de saneamento básico, elas tendem a guardar água de forma propícia à propagação do mosquito Aedes Aegypti – transmissor do zika, dengue e chikungunya.
Em pronunciamento através de nota, o relator especial da ONU para o Direito Humano à Água e ao Saneamento, Léo Heller, afirmou que “enquanto o mundo procura soluções de alta tecnologia para combater o vírus Zika, não se pode esquecer o péssimo estado do acesso à água e ao esgotamento sanitário para as populações desfavorecidas”.
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