Por conta da segunda paralisação dos médicos da rede pública do Estado do Piauí, os atendimentos de saúde considerados eletivos, consultas, exames e cirurgias, serão prejudicados. A categoria paralisou por mais 72 horas, a contar de ontem (05) até a próxima quinta-feira (07).
Conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi), apenas no Hospital Getúlio Vargas (HVG), localizado no Centro da cidade, 1.500 consultas e 100 procedimentos cirúrgicos deixarão de ser realizados.
Entenda
A classe médica reivindica o reajuste salarial que deveria ter acontecer em três etapas: maio de 2016, 2017 e 2018, o enquadramento para determinados profissionais ativos e a revisão do enquadramento para aposentados e pensionistas.
Por conta do descumprimento do acordo por parte do Governo, a categoria resolveu paralisar as atividades como forma de protesto. O primeiro movimento aconteceu na semana passada, de 28 a 30 de junho de 2016.
A Sesapi informou à categoria que não poderá cumprir o acordo – feito em 2015 - por conta das limitações financeiras do estado e nem estipulou prazos. Amanhã, o Sindicato dos Médicos (Simepi) vai se reunir às 19h na sede para decidir sobre a paralisação.
Conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi), apenas no Hospital Getúlio Vargas (HVG), localizado no Centro da cidade, 1.500 consultas e 100 procedimentos cirúrgicos deixarão de ser realizados.
Imagem: Fátima Vieira
Hospital Getúlio Vargas (HVG)
O Hospital Infantil Lucídio Portella (HILP), também situado na parte central de Teresina, deixará de fornecer 248 consultas e 37 cirurgias. E no Hospital da Polícia Militar (HPM), são 38 operações não realizadas durante esses três dias.
Hospital Getúlio Vargas (HVG)Entenda
A classe médica reivindica o reajuste salarial que deveria ter acontecer em três etapas: maio de 2016, 2017 e 2018, o enquadramento para determinados profissionais ativos e a revisão do enquadramento para aposentados e pensionistas.
Por conta do descumprimento do acordo por parte do Governo, a categoria resolveu paralisar as atividades como forma de protesto. O primeiro movimento aconteceu na semana passada, de 28 a 30 de junho de 2016.
A Sesapi informou à categoria que não poderá cumprir o acordo – feito em 2015 - por conta das limitações financeiras do estado e nem estipulou prazos. Amanhã, o Sindicato dos Médicos (Simepi) vai se reunir às 19h na sede para decidir sobre a paralisação.
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