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Saúde

Primeiro caso de varíola dos macacos é confirmado no Piauí

Trata-se de um homem de 46 anos, residente do município de Batalha, situado no norte do Piauí.

A Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi), realizou uma coletiva de imprensa na manhã desta quinta-feira (04), onde anunciou que foi confirmado o primeiro caso de varíola dos macacos (monkeypox), no estado do Piauí. Trata-se de um homem de 46 anos, residente da cidade de Batalha.

Até a data de ontem, dia 03 de agosto, 09 casos haviam sido notificados à Sesapi e, destes, 03 já haviam sidos descartados. Os outros seis casos estavam sob investigação e, hoje, o primeiro caso foi confirmado e divulgado à imprensa. Com isso, outros 05 casos continuam sob investigação. Todos os pacientes suspeitos já tiveram as amostras recolhidas e enviadas ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). Segundo a Sesapi, o infectado, que não teve o nome revelado, teve contato com pessoas de outros países.

Segundo o superintendente de Atenção à Saúde e Municípios da Sesapi, Herlon Guimarães, o paciente apresentou sintomas como febre e dores musculares no dia 3 de julho e já cumpriu 21 dias de isolamento. "Ele teve contato com pessoas do estrangeiro, mas já está em vida normal e sem sequelas. Ele teve toda a sintomatologia característica da doença, febre, dores musculares, dores de cabeça e presença das lesões, que é a principal característica. O paciente foi avaliado, foi feita a coleta de sangue e saiu o resultado”, informou Herlon Guimarães.

Sinais e transmissão

A principal característica da monkeypox é o surgimento de lesões como se fossem bolhas na pele. Outros sintomas que acompanham a doença são febre, linfonodos inchados, dores musculares, dor nas costas e fraqueza. A transmissão pode acontecer de forma direta e indireta por meio de gotículas de saliva de pessoas infectadas, pelo contato com as lesões que aparecem na pele, por meio do esperma, sangue e utensílios contaminados.

Isolamento

Para indivíduos com Monkeypox, as precauções de isolamento, seja em estabelecimentos de saúde ou no domicílio, devem ser mantidas até que todas as lesões tenham sido resolvidas e uma nova camada de pele tenha se formado. As orientações do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde é que estes pacientes fiquem em isolados por pelo menos 21 dias.

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