Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos de saúde individuais e familiares serão reajustados em até 13,57%. Na próxima segunda-feira (6), a decisão irá ser publicada no Diário Oficial.
De acordo com o G1, esse percentual que será válido para o período de maio de 2016 a abril de 2017, afeta cerca de 8,3 milhões de beneficiários, isso equivale cerca de 17% do total de 48,5 milhões de usuários de planos de assistência médica no Brasil. O índice atinge apenas planos individuais e familiares.
Segundo a ANS, o aumento de 13,57% será válido para os planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999, ou adaptados à Lei nº 9.656/98. O reajuste só pode ser cobrado a partir da data de cada contrato, para os contratos com aniversário entre os meses de julho de 2016 e abril de 2017 não poderá haver cobrança retroativa.
Mais uma vez o teto de reajuste fica acima da inflação. O reajuste em 2015 foi fixado em 13,55%. Em 2014, foi de 9,65%. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, atingiu 0,61% em abril, acumulando 9,28% em 12 meses.
Inflação
Neste período de reviravoltas na inflação do Brasil, 1,4 milhões de usuários deixaram de utilizar o Plano de Saúde em menos de um ano. Segundo a Folha de São Paulo, a inflação da saúde chega a ser o dobro da inflação geral medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA). A saúde suplementar está tomando medidas para garantir a sua estabilidade.
De acordo com o G1, esse percentual que será válido para o período de maio de 2016 a abril de 2017, afeta cerca de 8,3 milhões de beneficiários, isso equivale cerca de 17% do total de 48,5 milhões de usuários de planos de assistência médica no Brasil. O índice atinge apenas planos individuais e familiares.
Imagem: Veja
ANS autoriza reajuste de até 13,57% em planos de saúde
ANS autoriza reajuste de até 13,57% em planos de saúdeSegundo a ANS, o aumento de 13,57% será válido para os planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999, ou adaptados à Lei nº 9.656/98. O reajuste só pode ser cobrado a partir da data de cada contrato, para os contratos com aniversário entre os meses de julho de 2016 e abril de 2017 não poderá haver cobrança retroativa.
Mais uma vez o teto de reajuste fica acima da inflação. O reajuste em 2015 foi fixado em 13,55%. Em 2014, foi de 9,65%. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, atingiu 0,61% em abril, acumulando 9,28% em 12 meses.
Inflação
Neste período de reviravoltas na inflação do Brasil, 1,4 milhões de usuários deixaram de utilizar o Plano de Saúde em menos de um ano. Segundo a Folha de São Paulo, a inflação da saúde chega a ser o dobro da inflação geral medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA). A saúde suplementar está tomando medidas para garantir a sua estabilidade.
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