Um novo pacote econômico, centrado em obras de infraestrutura, será lançado no início de setembro pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para tentar impulsionar a combalida economia americana e gerar empregos.
Segundo um colaborador de Obama, o pacote prevê a criação de um banco para financiar o investimento privado nessas obras e também os cortes de gastos públicos necessários para garantir a injeção de recursos federais, sem elevar o endividamento do país. Em princípio, não será uma versão requentada das propostas anteriores da Casa Branca para ativar a economia americana, algumas das quais engavetadas pelo Congresso nos últimos meses.
Em pleno início da campanha eleitoral de 2012, na qual Obama é candidato à reeleição, a Casa Branca apressou-se na noite de terça-feira a vazar esses detalhes sobre o novo plano para reconstruir rodovias, pontes, portos e aeroportos do país. Mas, não houve ainda sinais de que esse plano será tão ambicioso quanto o brasileiro Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de seu impacto em curto e médio prazos. O presidente deverá finalizá-lo no retorno de suas férias, que começam hoje, para apresentá-lo ao Congresso depois do Dia do Trabalho, 5 de setembro.
"Se financiarmos essas obras, a economia vai crescer e gerar empregos, o setor da construção vai se recuperar e vai mover todo o resto", afirmou para uma plateia de cerca de 300 habitantes de Atkinson, cidade agrícola de Illinois visitada durante sua caravana em ônibus pelo Meio-Oeste do país. "As pessoas estão se matando por um trabalho", completou, referindo-se à capacidade de o investimento em infraestrutura reduzir a taxa de desemprego, hoje em 9,1%, e mover a economia, com crescimento de apenas 1,3% entre abril e junho.
Republicanos. Como forma de contornar a resistência da oposição republicana, o plano envolverá também o seu financiamento público, por meio de cortes de gastos correntes federais. Ou seja, em princípio, não aumentará a dívida do país, o ponto nevrálgico dos debates político-eleitorais deste momento. De acordo com a Casa Branca, o plano será acompanhado por uma nova proposta de Obama para forçar o Congresso a ir além da redução da dívida pública em US$ 1,5 trilhão nos próximos dez anos. A tarefa de detalhar as medidas necessárias está a cargo de um comitê, composto por representantes dos partidos democrata e republicano na Câmara e no Senado. Esse trabalho deverá ser concluído em novembro.
Em Atkinson, Obama não chegou a falar diretamente sobre suas duas novas iniciativas. Porém, explicou aos agricultores sua intenção de forçar o Congresso a tratar conjuntamente das duas agendas de longo prazo essenciais para a economia do país - a redução da dívida federal e a criação de empregos. "No curto prazo, tenho de garantir que as pessoas não morram de frio no inverno", completou ele.
Segundo um colaborador de Obama, o pacote prevê a criação de um banco para financiar o investimento privado nessas obras e também os cortes de gastos públicos necessários para garantir a injeção de recursos federais, sem elevar o endividamento do país. Em princípio, não será uma versão requentada das propostas anteriores da Casa Branca para ativar a economia americana, algumas das quais engavetadas pelo Congresso nos últimos meses.
Em pleno início da campanha eleitoral de 2012, na qual Obama é candidato à reeleição, a Casa Branca apressou-se na noite de terça-feira a vazar esses detalhes sobre o novo plano para reconstruir rodovias, pontes, portos e aeroportos do país. Mas, não houve ainda sinais de que esse plano será tão ambicioso quanto o brasileiro Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de seu impacto em curto e médio prazos. O presidente deverá finalizá-lo no retorno de suas férias, que começam hoje, para apresentá-lo ao Congresso depois do Dia do Trabalho, 5 de setembro.
"Se financiarmos essas obras, a economia vai crescer e gerar empregos, o setor da construção vai se recuperar e vai mover todo o resto", afirmou para uma plateia de cerca de 300 habitantes de Atkinson, cidade agrícola de Illinois visitada durante sua caravana em ônibus pelo Meio-Oeste do país. "As pessoas estão se matando por um trabalho", completou, referindo-se à capacidade de o investimento em infraestrutura reduzir a taxa de desemprego, hoje em 9,1%, e mover a economia, com crescimento de apenas 1,3% entre abril e junho.
Republicanos. Como forma de contornar a resistência da oposição republicana, o plano envolverá também o seu financiamento público, por meio de cortes de gastos correntes federais. Ou seja, em princípio, não aumentará a dívida do país, o ponto nevrálgico dos debates político-eleitorais deste momento. De acordo com a Casa Branca, o plano será acompanhado por uma nova proposta de Obama para forçar o Congresso a ir além da redução da dívida pública em US$ 1,5 trilhão nos próximos dez anos. A tarefa de detalhar as medidas necessárias está a cargo de um comitê, composto por representantes dos partidos democrata e republicano na Câmara e no Senado. Esse trabalho deverá ser concluído em novembro.
Em Atkinson, Obama não chegou a falar diretamente sobre suas duas novas iniciativas. Porém, explicou aos agricultores sua intenção de forçar o Congresso a tratar conjuntamente das duas agendas de longo prazo essenciais para a economia do país - a redução da dívida federal e a criação de empregos. "No curto prazo, tenho de garantir que as pessoas não morram de frio no inverno", completou ele.
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