Investidores na Europa e América neste momento têm visões distintas sobre o desenrolar da crise na Grécia. Enquanto o otimismo predomina nos mercados europeus, incentivado por uma reunião entre importantes autoridades da Europa e EUA, no Brasil, a Bolsa de Valores de São Paulo oscila entre o negativo e o positivo, ainda tendo a impressão de que a solução está longe do fim.
“O estímulo dos BCs nos mercados não garantiu ânimo nas Américas. Ontem, houve alta, mas não muito forte. Há a sensação de que não é a solução final”, diz o analista da Cruzeiro do Sul, Jason Freitas Vieira, prevendo um dia de volatilidade na Bovespa.
Às 10h05, o recuo era de 0,06%, a 56.348 pontos. O Ibovespa Futuro também abriu em baixa às 9 horas, de 0,85%. No horário, Londres subia 0,76%, Paris, 0,76%, Frankfurt, 1,83% e Madri, 1,05%.
Hoje, ocorreu um encontro na Polônia entre o secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, e ministros de Finanças da União Europeia, na Polônia. Os EUA pediram para a Europa aumentar o fundo de crédito (EFSF) a países com problemas fiscais.
“O mercado aqui interpreta que injeções adicionais de liquidez são um sinal de moratória da Grécia, pois o mercado já está muito líquido. O problema é a baixa demanda”, explica. “A Bovespa não vai seguir Europa e terá mais volatilidade”, diz.
Na agenda de indicadores, o analista destaca dois dados nos EUA: fluxo de capitais e confiança de Michigan. A projeção é de que haja ingresso de US$ 30 bilhões nos EUA em julho. A prévia da Confiança de Michigan em setembro deve apontar uma alta de 55 para 57 pontos.
“O estímulo dos BCs nos mercados não garantiu ânimo nas Américas. Ontem, houve alta, mas não muito forte. Há a sensação de que não é a solução final”, diz o analista da Cruzeiro do Sul, Jason Freitas Vieira, prevendo um dia de volatilidade na Bovespa.
Às 10h05, o recuo era de 0,06%, a 56.348 pontos. O Ibovespa Futuro também abriu em baixa às 9 horas, de 0,85%. No horário, Londres subia 0,76%, Paris, 0,76%, Frankfurt, 1,83% e Madri, 1,05%.
Hoje, ocorreu um encontro na Polônia entre o secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, e ministros de Finanças da União Europeia, na Polônia. Os EUA pediram para a Europa aumentar o fundo de crédito (EFSF) a países com problemas fiscais.
“O mercado aqui interpreta que injeções adicionais de liquidez são um sinal de moratória da Grécia, pois o mercado já está muito líquido. O problema é a baixa demanda”, explica. “A Bovespa não vai seguir Europa e terá mais volatilidade”, diz.
Na agenda de indicadores, o analista destaca dois dados nos EUA: fluxo de capitais e confiança de Michigan. A projeção é de que haja ingresso de US$ 30 bilhões nos EUA em julho. A prévia da Confiança de Michigan em setembro deve apontar uma alta de 55 para 57 pontos.
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