A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) passou a operar em leve alta na tarde desta terça-feira (26), mas ainda sem tendência definida, com alguns investidores aproveitando as recentes quedas para buscar "pechinchas" no mercado, ao mesmo tempo em que o avanço da inadimplência no Brasil e a crise da dívida na zona do euro reforçavam o clima de cautela no mercado.
Na véspera, o Ibovespa fechou em queda de quase 3%.
Às 15h26, o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, subia 0,10%, a 53.857 pontos.
As ações preferenciais (PN, sem direito a voto) da Petrobras tinham alta de 1,52%, a R$ 18,07, após os papéis terem registrado na véspera sua maior queda diária desde novembro de 2008, para o menor patamar de fechamento em oito meses (recuaram 8,95%, para R$ 17,80).
Os papéis ON (ações ordinárias, com direito a voto) da empresa subiam 0,60%, a R$ 18,59. Na segunda, eles caíram 8,33%, para R$ 18,48.
Na segunda, Ibovespa fechou em queda de 2,95%, a 53.805 pontos, completando quatro pregões seguidos de desvalorização. O giro financeiro do pregão foi de R$ 4,62 bilhões.
Na véspera, o Ibovespa fechou em queda de quase 3%.
Às 15h26, o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, subia 0,10%, a 53.857 pontos.
As ações preferenciais (PN, sem direito a voto) da Petrobras tinham alta de 1,52%, a R$ 18,07, após os papéis terem registrado na véspera sua maior queda diária desde novembro de 2008, para o menor patamar de fechamento em oito meses (recuaram 8,95%, para R$ 17,80).
Os papéis ON (ações ordinárias, com direito a voto) da empresa subiam 0,60%, a R$ 18,59. Na segunda, eles caíram 8,33%, para R$ 18,48.
Na segunda, Ibovespa fechou em queda de 2,95%, a 53.805 pontos, completando quatro pregões seguidos de desvalorização. O giro financeiro do pregão foi de R$ 4,62 bilhões.
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