Em dia de disparada, o dólar à vista no balcão fechou esta quarta-feira, 21, cotado a R$ 2,436, em alta de 1,75%. Esse é o maior patamar de fechamento desde 2 de março de 2009.
A moeda oscilou entre a mínima de R$ 2,401 e a máxima R$ 2,451.
O dólar renovou máximas ante o real e chegou ao patamar de R$ 2,45 após a divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). No exterior, as moedas de países exportadores de commodities também foram pressionadas.
A ata do Fed, tão aguardada pelo mercado, deu poucos sinais sobre quando exatamente os estímulos à economia norte-americana serão retirados, com a redução do programa de compras de US$ 85 bilhões em bônus a cada mês.
“Uns poucos” participantes da reunião se mostraram favoráveis a começar essa redução logo e “uns poucos” pediram mais cautela. A ata dá a impressão de um comitê hesitante em tirar conclusões a partir dos próximos indicadores econômicos; os dirigentes do Fed também pareceram levemente mais pessimistas quanto à perspectiva da economia do que nas reuniões anteriores.
O dólar à vista já subiu pouco mais de 6% ante o real em agosto e acumula uma valorização superior a 19% em 2013. Segundo alguns agentes de mercado, por trás do forte ajuste da moeda ante o real há um claro movimento especulativo, que pega carona na tendência mundial de valorização da moeda dos EUA em meio aos sinais de recuperação da economia do país e nas fragilidades dos fundamentos do Brasil.
A moeda oscilou entre a mínima de R$ 2,401 e a máxima R$ 2,451.
O dólar renovou máximas ante o real e chegou ao patamar de R$ 2,45 após a divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). No exterior, as moedas de países exportadores de commodities também foram pressionadas.
A ata do Fed, tão aguardada pelo mercado, deu poucos sinais sobre quando exatamente os estímulos à economia norte-americana serão retirados, com a redução do programa de compras de US$ 85 bilhões em bônus a cada mês.
“Uns poucos” participantes da reunião se mostraram favoráveis a começar essa redução logo e “uns poucos” pediram mais cautela. A ata dá a impressão de um comitê hesitante em tirar conclusões a partir dos próximos indicadores econômicos; os dirigentes do Fed também pareceram levemente mais pessimistas quanto à perspectiva da economia do que nas reuniões anteriores.
O dólar à vista já subiu pouco mais de 6% ante o real em agosto e acumula uma valorização superior a 19% em 2013. Segundo alguns agentes de mercado, por trás do forte ajuste da moeda ante o real há um claro movimento especulativo, que pega carona na tendência mundial de valorização da moeda dos EUA em meio aos sinais de recuperação da economia do país e nas fragilidades dos fundamentos do Brasil.
Ver todos os comentários | 0 |