Em abril, o Brasil criou 105.384 empregos com carteira assinada, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira (21).
"Vamos fechar este ano melhor que o ano passado" disse o ministro Manoel Dias (Trabalho) ao falar sobre a comparação dos meses e o desempenho menor. Além disso, ele ressaltou que no acumulado do ano foram geradas 458.145 vagas.
Também manteve a perspectiva oficial de geração de até 1,5 milhão de empregos neste ano, como parte da meta do governo Dilma Rousseff de encerrar seus quatro anos com o total de 5 milhões de vagas criadas.
Na conta, o ministro colocou a geração de vagas para a Copa que começaram a ser realizadas em maio e deverão se manter no setor de serviços após o mundial de futebol.
"Certamente teremos um mês de maio melhor (do que abril), porque boa parte do emprego para a Copa será feita nesse mês". Sobre o número da indústria de transformação, que havia gerado 47.040 vagas em abril de 2013, e encerrou o mesmo mês neste ano com a demissão de 3.427 trabalhadores, o ministro falou a redução é resultado do "pleno emprego" atingido no País, o que teria como efeito colateral fazer com que as gerações de novos postos de trabalho sejam menores.
"Não vamos ficar com essa situação de pleno emprego mantendo a média de crescimento espetacular que tivemos no passado", afirmou. Com informações do Estadão.
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Ministro Manoe Dias diz que o mês de maio será melhor que o de abril por causa da Copa.
Para um mês de abril em 15 anos o número é considerado o mais baixo e representa uma queda de 46,48% na comparação com mesmo mês de 2013, na série sem ajuste. Porém nas vagas ajustadas, o que inclui dado repassados por empresas fora do prazo dado pelo Ministério do Trabalho para que as informem contratações e demissões, o recuo foi de 95,89%.
Ministro Manoe Dias diz que o mês de maio será melhor que o de abril por causa da Copa."Vamos fechar este ano melhor que o ano passado" disse o ministro Manoel Dias (Trabalho) ao falar sobre a comparação dos meses e o desempenho menor. Além disso, ele ressaltou que no acumulado do ano foram geradas 458.145 vagas.
Também manteve a perspectiva oficial de geração de até 1,5 milhão de empregos neste ano, como parte da meta do governo Dilma Rousseff de encerrar seus quatro anos com o total de 5 milhões de vagas criadas.
Na conta, o ministro colocou a geração de vagas para a Copa que começaram a ser realizadas em maio e deverão se manter no setor de serviços após o mundial de futebol.
"Certamente teremos um mês de maio melhor (do que abril), porque boa parte do emprego para a Copa será feita nesse mês". Sobre o número da indústria de transformação, que havia gerado 47.040 vagas em abril de 2013, e encerrou o mesmo mês neste ano com a demissão de 3.427 trabalhadores, o ministro falou a redução é resultado do "pleno emprego" atingido no País, o que teria como efeito colateral fazer com que as gerações de novos postos de trabalho sejam menores.
"Não vamos ficar com essa situação de pleno emprego mantendo a média de crescimento espetacular que tivemos no passado", afirmou. Com informações do Estadão.
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